{"id":1631,"date":"2020-08-24T04:00:23","date_gmt":"2020-08-24T07:00:23","guid":{"rendered":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/covid-19\/?p=1631"},"modified":"2020-08-24T04:00:23","modified_gmt":"2020-08-24T07:00:23","slug":"vacinas-de-onde-vem-e-para-onde-vao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/clorofreela.com.br\/revistablogs\/2020\/08\/24\/vacinas-de-onde-vem-e-para-onde-vao\/","title":{"rendered":"Vacinas: de onde v\u00eam e para onde v\u00e3o"},"content":{"rendered":"\n<p>Recentemente temos ouvido falar muito sobre todas as pesquisas que t\u00eam sido realizadas para se descobrir uma vacina contra a Covid-19: Inglaterra, China, R\u00fassia, todos est\u00e3o correndo para ser o primeiro pa\u00eds a ter uma vacina aprovada para uso humano e que seja realmente eficiente em gerar uma imunidade em n\u00f3s. Mas como que realmente funciona uma vacina e porque &#8211; em geral &#8211; demora-se tanto para desenvolver uma?<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/covid-19\/wp-content\/uploads\/sites\/251\/2020\/08\/FF689B1.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1632\" \/><\/figure>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Imunidade ativa e passiva<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>Antes de falarmos sobre vacina, precisamos ter dois conceitos muito bem claros em nossa cabe\u00e7a: Imunidade Ativa e Passiva. A <strong>Imunidade Ativa<\/strong> \u00e9 aquela em que o nosso pr\u00f3prio corpo desenvolve a resposta imune contra o pat\u00f3geno, um processo demorado, mas que nos garante uma prote\u00e7\u00e3o que pode durar d\u00e9cadas, a chamada mem\u00f3ria imunol\u00f3gica (explicada no texto sobre<a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/covid-19\/o-que-sao-anticorpos\/\" target=\"_blank\" aria-label=\"undefined (opens in a new tab)\" rel=\"noreferrer noopener\"> anticorpos<\/a>). J\u00e1 a <strong>Imunidade Passiva<\/strong>, ocorre quando adquirimos anticorpos j\u00e1 prontos a partir de um outro organismo que os produziu. Esse processo garante uma imunidade r\u00e1pida e eficiente, por\u00e9m ela \u00e9 tempor\u00e1ria. A Imuniza\u00e7\u00e3o Passiva acontece, por exemplo, quando a m\u00e3e est\u00e1 amamentando o filho ou quando utilizamos de soros antiof\u00eddicos e antiaracn\u00eddicos, ap\u00f3s picadas de cobras e aranhas.<\/p>\n\n\n\n<p>O processo de imunidade ativa pode ser desencadeado tanto de forma natural quanto de forma artificial. O primeiro acontece quando entramos em contato com o pat\u00f3geno no pr\u00f3prio ambiente, como quando pegamos uma gripe. J\u00e1 o segundo processo acontece quando somos expostos de forma intencional ao pat\u00f3geno &#8211; que muitas vezes est\u00e1 enfraquecido ou destru\u00eddo &#8211; ou a partes dele, como ocorre no processo de vacina\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Hist\u00f3rico da vacina e o que \u00e9 vacina<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/covid-19\/wp-content\/uploads\/sites\/251\/2020\/08\/vacinas2.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1634\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>O conceito de vacina foi descoberto no s\u00e9culo XVIII por Edward Jenner, considerado o pai da imunologia, que observou que fazendeiros que contraiam a var\u00edola da vaca, ficavam protegidos contra a var\u00edola humana. A partir dessas observa\u00e7\u00f5es, Jenner infectou pessoas com a var\u00edola da vaca e ap\u00f3s algum tempo, infectou essas mesmas pessoas com a var\u00edola humana, observando que estas n\u00e3o ficavam doentes como as pessoas que n\u00e3o eram infectadas pela var\u00edola da vaca anteriormente. Com isso, ele comprovou sua hip\u00f3tese e criou a primeira vacina. D\u00e9cadas mais tarde, no ano de 1980, a OMS declarou oficialmente a erradica\u00e7\u00e3o da var\u00edola no mundo<sup> 1<\/sup>.<\/p>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\">Mas afinal, o que \u00e9 a vacina?<\/h5>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/covid-19\/wp-content\/uploads\/sites\/251\/2020\/08\/vacinas.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1633\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Vacinas nada mais s\u00e3o do que os pat\u00f3genos &#8211; causadores de doen\u00e7as que conhecemos &#8211; enfraquecidos, mortos ou fragmentos deles, que s\u00e3o injetados nos organismos para simular uma infec\u00e7\u00e3o natural (no processo dito acima de Imuniza\u00e7\u00e3o Ativa Artificial). Foi a partir desse processo que muitas doen\u00e7as desapareceram de v\u00e1rios pa\u00edses, como a var\u00edola, poliomielite, tuberculose e outras. Mas tamb\u00e9m \u00e9 por causa da neglig\u00eancia e do crescente movimento Anti-vax que muitas doen\u00e7as est\u00e3o voltando a circular em pa\u00edses que anteriormente n\u00e3o a tinham mais, como \u00e9 o caso do sarampo aqui nas Am\u00e9ricas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Leva-se anos para desenvolver uma vacina (a m\u00e9dia de tempo \u00e9 de 10 anos <sup>2<\/sup>), e durante todos esses anos ela \u00e9 testadas de in\u00fameras formas para ser segura para podermos tomarmos. Muito se fala sobre febre e a dor local ap\u00f3s tomar uma vacina, mas isso nada mais \u00e9 do que uma rea\u00e7\u00e3o do corpo comum para qualquer infec\u00e7\u00e3o. A febre \u00e9 at\u00e9 uma forma do nosso sistema imune combater alguns pat\u00f3genos e, desde que n\u00e3o seja alta, est\u00e1 tudo bem.<\/p>\n\n\n\n<p>A \u00fanica contra-indica\u00e7\u00e3o de vacinas s\u00e3o para pessoas al\u00e9rgicas \u00e0 algum componente dela. Contudo, essas pessoas s\u00e3o minorias na popula\u00e7\u00e3o e para elas estarem seguras contra o pat\u00f3geno todos a sua volta precisam estar vacinados. Neste ponto \u00e9 importante lembrar que a vacina \u00e9 um <strong>pacto social. <\/strong>Isto \u00e9, quando a maioria da popula\u00e7\u00e3o toma a vacina, protege tamb\u00e9m quem <strong>n\u00e3o pode tomar<\/strong>, pois diminui a circula\u00e7\u00e3o dos v\u00edrus pat\u00f3genos. Assim, todos n\u00f3s precisamos nos vacinar para gerar a chamada <strong>Imunidade de Rebanho.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Tipos de Vacina<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/covid-19\/wp-content\/uploads\/sites\/251\/2020\/08\/vacinas.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1633\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Mas voltando \u00e0s vacinas propriamente ditas, n\u00e3o existe somente um tipo delas, mas sim v\u00e1rios. Aqui vamos explicar somente os principais <sup>3, 4<\/sup>:<\/p>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\"><strong>&#8211; Vacinas de Pat\u00f3genos Vivos<\/strong>:<\/h5>\n\n\n\n<p>calma, n\u00e3o entremos em p\u00e2nico por causa do nome! Apesar desse tipo de vacina ter sim o pat\u00f3geno causador da doen\u00e7a vivo ele est\u00e1 sempre atenuado, ou em outras palavras, enfraquecido. Nesse tipo de vacina, o pat\u00f3geno (seja um v\u00edrus, bact\u00e9ria ou outro microorganismo), passa por um processo que compromete sua habilidade de causar a doen\u00e7a em n\u00f3s, apesar dele ainda conseguir infectar nossas c\u00e9lulas. Em casos de v\u00edrus, muitas vezes o v\u00edrus que infecta humanos \u00e9 cultivado em c\u00e9lulas de macacos ou outros animais por v\u00e1rias gera\u00e7\u00f5es, at\u00e9 que ele adquira muta\u00e7\u00f5es que fazem com que ele infecte muito bem c\u00e9lulas de macaco, ao mesmo tempo que perde a capacidade de infectar muito bem as nossas c\u00e9lulas, e ent\u00e3o ele est\u00e1 atenuado.<\/p>\n\n\n\n<p>Normalmente, esse tipo de vacina \u00e9 o melhor, pois em geral \u00e9 necess\u00e1rio somente uma dose, a resposta e mem\u00f3ria imunol\u00f3gica \u00e9 de longa dura\u00e7\u00e3o, gerando uma resposta imune celular e humoral (tamb\u00e9m comentada no texto de anticorpos). Contudo, h\u00e1 uma pequena chance de revers\u00e3o do v\u00edrus, em que ele readquire a capacidade de infectar nossas c\u00e9lulas com for\u00e7a total e causar a doen\u00e7a que estamos tentando prevenir. \u00c9 por esse fato que tal vacina \u00e9 t\u00e3o dif\u00edcil de produzir, pois os pesquisadores muitas vezes n\u00e3o conseguem diminuir esse risco e o projeto da vacina n\u00e3o segue em frente.<\/p>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\"><strong>&#8211; Vacinas de Pat\u00f3genos Inativado (morto)<\/strong><\/h5>\n\n\n\n<p>como o pr\u00f3prio nome diz, esse tipo de vacina nos d\u00e1 o pat\u00f3geno inteiro tamb\u00e9m, mas ele est\u00e1 morto. E com isso j\u00e1 temos uma vantagem logo de cara: n\u00e3o h\u00e1 o risco de revers\u00e3o, como nos casos de pat\u00f3genos atenuados. Contudo, tamb\u00e9m h\u00e1 alguns problemas. Pelo pat\u00f3geno estar morto, ele n\u00e3o consegue se replicar dentro de nossas c\u00e9lulas, o que prejudica a forma\u00e7\u00e3o de uma resposta imune celular. Assim, o tipo de resposta imune que vamos desenvolver \u00e9 principalmente do tipo Humoral (focando nos anticorpos). Al\u00e9m disso, esse tipo de vacina, em geral, requer diversas doses de refor\u00e7o e muitas vezes o uso de Adjuvantes: subst\u00e2ncias capazes de aumentar a efici\u00eancia da resposta imune contra o pat\u00f3geno que estamos injetando junto.<\/p>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\"><strong>&#8211; Vacinas de Subunidades<\/strong>:<\/h5>\n\n\n\n<p>Gra\u00e7as a biotecnologia que temos hoje em dia, caso um pat\u00f3geno seja muito perigoso e n\u00e3o possamos usar ele inteiro, podemos trabalhar com partes dele, como com alguma prote\u00edna dele ou outro fragmento. Dessa forma n\u00f3s tiramos todo o risco de patogenicidade da vacina, al\u00e9m de ser facilmente produzido em larga escala. Contudo, novamente temos problemas: o uso de adjuvantes, o maior n\u00famero de doses de refor\u00e7o e somente a resposta imune humoral participando. Al\u00e9m disso, ainda h\u00e1 um segundo fator problem\u00e1tico: algumas pessoas podem n\u00e3o responder a esse fragmento que est\u00e1 sendo utilizado na vacina.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O caso mais emblem\u00e1tico \u00e9 o da vacina de Hepatite B. \u00c9 relativamente comum encontrarmos pessoas que tomaram diversas doses da vacina para Hepatite B e constaram como \u201cn\u00e3o-reagentes\u201d, isto \u00e9, n\u00e3o desenvolveram anticorpos contra o v\u00edrus. Por quest\u00f5es gen\u00e9ticas da pr\u00f3pria pessoa, mesmo que ela tome 1000 doses dessa vacina, ela jamais vai responder a esse fragmento. Isso quer dizer que ela \u00e9 mais suscet\u00edvel ao v\u00edrus da Hepatite B do que eu (que hipoteticamente sou reagente) e vai morrer caso contraia a doen\u00e7a? N\u00e3o, de forma alguma! Isso s\u00f3 quer dizer que para esse peda\u00e7o espec\u00edfico do v\u00edrus, usado para fazer a vacina, ela n\u00e3o \u00e9 capaz de responder, contudo, caso ela entre em contato com o v\u00edrus inteiro, ela responder\u00e1 normalmente \u00e0 ele, como qualquer outra pessoa.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Vacinas contra Covid-19<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/covid-19\/wp-content\/uploads\/sites\/251\/2020\/08\/vacinas2.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1634\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Atualmente as duas principais concorrentes para ser a primeira vacina contra Covid-19 s\u00e3o as vacinas da Universidade de Oxford, na Inglaterra, e a vacina da Sinovac Biotech, uma empresa chinesa com base em Pequim. Enquanto a vacina da Sinovac Biotech se baseia no modelo de vacina com o v\u00edrus morto<sup> 4, 5<\/sup>, a vacina da universidade de Oxford, se baseia em um novo modelo nunca utilizado antes em vacinas, em que se usa um vetor viral<sup> 4, 6, 7<\/sup>. Mas o que \u00e9 isso? Um vetor viral nada \u00e9 do que um v\u00edrus, criado geneticamente para carregar e produzir o material gen\u00e9tico de outro organismo. No caso da vacina, esse v\u00edrus \u201ccaminh\u00e3o\u201d \u00e9 respons\u00e1vel por causar um resfriado em macacos, mas foi inativado e engenhado geneticamente para ter as informa\u00e7\u00f5es e ser capaz de produzir a prote\u00edna Spike, a principal prote\u00edna do SARS-CoV-2.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Atualmente, ambas as vacinas j\u00e1 est\u00e3o na fase 3 de testes onde milhares de seres humanos est\u00e3o sendo testados com elas para se descobrir se a resposta imune que elas causam em n\u00f3s \u00e9 realmente protetora. At\u00e9 agora, as informa\u00e7\u00f5es que temos \u00e9 que ambas as vacinas n\u00e3o s\u00e3o perigosas para n\u00f3s e conseguem desenvolver anticorpos, mas a d\u00favida que fica \u00e9: ser\u00e1 que essa prote\u00e7\u00e3o \u00e9 realmente eficiente em nos proteger? E principalmente: quanto tempo essa prote\u00e7\u00e3o durar\u00e1?<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Para saber mais<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\"><li>Organiza\u00e7\u00e3o Panamericana de Sa\u00fade (2020) <a href=\"https:\/\/www.paho.org\/bra\/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=6165:erradicacao-da-variola-um-legado-de-esperanca-para-covid-19-e-outras-doencas&amp;Itemid=812\" target=\"_blank\" aria-label=\"undefined (opens in a new tab)\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Erradica\u00e7\u00e3o da var\u00edola: um legado de esperan\u00e7a para COVID-19 e outras doen\u00e7as<\/strong>&nbsp;<\/a><\/li><li>Pronker, ES, Weenen, T. C, Commandeur, H, Claassen, EH, &amp; Osterhaus, AD (2013) <a href=\"https:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/pmc\/articles\/PMC3603987\/pdf\/pone.0057755.pdf\" target=\"_blank\" aria-label=\"undefined (opens in a new tab)\" rel=\"noreferrer noopener\">Risk in vaccine research and development quantified<\/a>. <strong>PloS one<\/strong>, <em>8<\/em>(3), e57755.&nbsp;<\/li><li>Rauch, S, Jasny, E, Schmidt, KE, &amp; Petsch, B (2018)<a href=\"https:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/pmc\/articles\/PMC6156540\/pdf\/fimmu-09-01963.pdf\" target=\"_blank\" aria-label=\"undefined (opens in a new tab)\" rel=\"noreferrer noopener\"> New vaccine technologies to combat outbreak situations. <\/a><strong>Frontiers in immunology<\/strong>, <em>9<\/em>, 1963.<\/li><li>Callaway, E (2020a) <a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/d41586-020-01221-y\" target=\"_blank\" aria-label=\"undefined (opens in a new tab)\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>The race for coronavirus vaccines: a graphical guide<\/strong><\/a>; <strong>Nature, <\/strong>28 April.<\/li><li>Gao, Q, Bao, L, Mao, H, Wang, L, Xu, K, Yang, M,&amp; Gao, H (2020) <a href=\"https:\/\/science.sciencemag.org\/content\/early\/2020\/05\/05\/science.abc1932\/tab-article-info?versioned=true\" target=\"_blank\" aria-label=\"undefined (opens in a new tab)\" rel=\"noreferrer noopener\">Development of an inactivated vaccine candidate for SARS-CoV-2;<\/a> <strong>Science.<\/strong><\/li><li>van Doremalen, N, Lambe, T, Spencer, A, Belij-Rammerstorfer, S, Purushotham, J N, Port, J. R, &amp; Feldmann, F (2020) <a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41586-020-2608-y_reference.pdf\" target=\"_blank\" aria-label=\"undefined (opens in a new tab)\" rel=\"noreferrer noopener\">ChAdOx1 nCoV-19 vaccination prevents SARS-CoV-2 pneumonia in rhesus macaques.<\/a> <strong>bioRxiv.&nbsp;<\/strong><\/li><li>Mullard, Asher (2020) <a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/d41573-020-00107-y\" target=\"_blank\" aria-label=\"undefined (opens in a new tab)\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>COVID-19 vaccines start moving into advanced trials<\/strong><\/a>. <strong>Nature<\/strong><\/li><\/ol>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Outras Leituras:<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Callaway, Ewen (2020b) <a aria-label=\"undefined (opens in a new tab)\" href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/d41586-020-00798-8\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Coronavirus vaccines: five key questions as trials begin<\/strong><\/a><strong>. Nature&nbsp;<\/strong><\/li><li>Callaway, E (2020c) <a aria-label=\"undefined (opens in a new tab)\" href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/d41586-020-00927-3\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Should scientists infect healthy people with the coronavirus to test vaccines?<\/strong><\/a> <strong>Nature<\/strong><\/li><li>Kaech, SM, Wherry, EJ, &amp; Ahmed, R (2002) <a aria-label=\"undefined (opens in a new tab)\" href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/nri778.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Effector and memory T-cell differentiation: implications for vaccine development. <\/a><strong>Nature Reviews Immunology<\/strong>, <em>2<\/em>(4), 251-262.<\/li><li>Hardt, K; Bonanni, P; King, S; Santos, JI; El-Hodhod, M; Zimet, G; Preiss, S (2016) <a aria-label=\"undefined (opens in a new tab)\" href=\"https:\/\/reader.elsevier.com\/reader\/sd\/pii\/S0264410X16310301?token=00485C5F792FC5E983E82853E851A3272394BAC6E7F7C136967E0CC656A91B895131F0221983DA2D8B0ACDCE176D450F\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Vaccine Strategies: optimising outcomes<\/a>, <strong>Vaccine<\/strong><\/li><li>Reed, SG; Bertholet, S; Coler, RN; Fried, M (2009) <a aria-label=\"undefined (opens in a new tab)\" href=\"https:\/\/www.sciencedirect.com\/science\/article\/abs\/pii\/S147149060800255X\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">New horizons in adjuvants for vaccine development,<\/a><strong>Trends Immunology<\/strong><\/li><\/ul>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Outros textos sobre Vacinas no Especial<\/h4>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/covid-19\/sobre-vacinas-metodo-cientifico-e-transparencia-na-ciencia\/\">Sobre Vacinas, m\u00e9todo cient\u00edfico e transpar\u00eancia na ci\u00eancia (parte 1)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/covid-19\/sobre-vacinas-metodo-cientifico-e-transparencia-na-ciencia-parte-2\/\">Sobre Vacinas, m\u00e9todo cient\u00edfico e transpar\u00eancia na ci\u00eancia (parte 2)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/covid-19\/modernizando-a-vacina-contra-a-covid-19\/\">MODERNizAndo a vacina contra a COVID-19<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/covid-19\/vacina-covid-19-por-que-demora\/\">Vacina COVID-19 \u2013 Por que demora?<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>Este texto foi escrito com exclusividade para o <a href=\"http:\/\/www.blogs.unicamp.br\/covid-19\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog Especial Covid-19<\/a><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/covid-19\/wp-content\/uploads\/sites\/251\/elementor\/thumbs\/logo_-onj4s5m6vf0hml07f9yn7c6a77kn5fk3fpbt3dhc00.png\" alt=\"logo_\" title=\"logo_\" \/><\/figure>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Os argumentos expressos nos posts deste especial s\u00e3o dos pesquisadores, produzidos a partir de seus campos de pesquisa cient\u00edfica e atua\u00e7\u00e3o profissional e foi revisado por pares da mesma \u00e1rea t\u00e9cnica-cient\u00edfica da Unicamp. N\u00e3o, necessariamente, representam a vis\u00e3o da Unicamp. Essas opini\u00f5es n\u00e3o substituem conselhos m\u00e9dicos.<\/h4>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Recentemente temos ouvido falar muito sobre todas as pesquisas que t\u00eam sido realizadas para se descobrir uma vacina contra a Covid-19: Inglaterra, China, R\u00fassia, todos est\u00e3o correndo para ser o primeiro pa\u00eds a ter uma vacina aprovada para uso humano e que seja realmente eficiente em gerar uma imunidade em n\u00f3s. 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