{"id":2016,"date":"2020-12-08T02:38:41","date_gmt":"2020-12-08T05:38:41","guid":{"rendered":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/covid-19\/?p=2016"},"modified":"2020-12-08T02:38:41","modified_gmt":"2020-12-08T05:38:41","slug":"de-graca-ate-injecao-na-testa-parte-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/clorofreela.com.br\/revistablogs\/2020\/12\/08\/de-graca-ate-injecao-na-testa-parte-2\/","title":{"rendered":"De gra\u00e7a, at\u00e9 inje\u00e7\u00e3o na testa? (parte 2)"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-text-align-right\"><em>Texto de Gian Guadagnin, Gildo Girotto J\u00fanior<\/em> <em>e Ana Arnt<\/em><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>O que \u00e9 uma vacina e quais os tipos de vacina<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>As vacinas s\u00e3o produtos biol\u00f3gicos que promovem o desenvolvimento do que chamamos de <strong>mem\u00f3ria imunol\u00f3gica ativa<\/strong>. Isto ocorre por meio da intera\u00e7\u00e3o do organismo (nosso corpo) com os agentes causadores de doen\u00e7as (v\u00edrus e bact\u00e9rias) mortos, enfraquecidos ou fragmentados ativando a produ\u00e7\u00e3o de anticorpos e c\u00e9lulas de mem\u00f3ria (os nossos agentes de prote\u00e7\u00e3o). Assim, esses \u201cagentes\u201d atuar\u00e3o futuramente contra o invasor biol\u00f3gico ativo (o v\u00edrus) caso o indiv\u00edduo seja infectado pela doen\u00e7a no futuro. E o melhor, <strong>os materiais biol\u00f3gicos da vacina s\u00e3o intensamente testados para n\u00e3o causarem rea\u00e7\u00f5es adversas<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>A imuniza\u00e7\u00e3o ativa promovida pela vacina \u00e9 semelhante a de quando o indiv\u00edduo contrai a doen\u00e7a naturalmente, com a diferen\u00e7a de que a vacina n\u00e3o vai causar problemas uma vez que o causador da doen\u00e7a (pat\u00f3geno) est\u00e1 morto, desativado ou o que injeta \u00e9 apenas um fragmento. Isto \u00e9, ele apenas servir\u00e1 de alerta, ou de demonstra\u00e7\u00e3o de suas caracter\u00edsticas para o organismo estar preparado para atuar no caso de uma infec\u00e7\u00e3o real.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h6 class=\"has-background-color-background-color has-background wp-block-heading\"><em>&#8220;Ah, mas eu ouvi dizer que uma pessoa tomou vacina e passou mal&#8221;<\/em>.<\/h6>\n\n\n\n<p>Existem casos em que no desenvolvimento da imunidade o corpo possa ter sintomas leves da doen\u00e7a, mas isso n\u00e3o gera riscos \u00e0 sa\u00fade de quem tomou.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Espera a\u00ed que n\u00f3s vamos repetir mais uma vez:<\/p>\n\n\n\n<h6 class=\"has-accent-background-color has-background wp-block-heading\">VACINAS S\u00c3O TESTADAS PARA N\u00c3O CAUSAREM RISCOS.<\/h6>\n\n\n\n<p>Por exemplo, o artigo publicado no dia 17\/11\/2020, na revista <em>The Lancet, <\/em>traz os resultados da vacina CoronaVac (desenvolvida pela chinesa Sinovac) mostrando efici\u00eancia de 97% enquanto a Pfizer divulgou, no mesmo dia, estudo com efici\u00eancia de 95% para seu produto com efeitos colaterais em apenas 2 a 3,8% dos pacientes. Ainda assim, n\u00e3o h\u00e1 efeitos graves noticiados.<\/p>\n\n\n\n<p>As ressalvas s\u00e3o para quem apresenta alguma rea\u00e7\u00e3o al\u00e9rgica \u00e0 subst\u00e2ncia da vacina ou a uma doen\u00e7a espec\u00edfica. Dessa forma, nesse caso, \u00e9 importante lembrarmos da responsabilidade social na chamada <strong>imunidade de rebanho<\/strong>. Ou seja, aqueles que n\u00e3o apresentam rea\u00e7\u00f5es (a imensa maioria) precisam tomar a vacina para diminuir a probabilidade de dissemina\u00e7\u00e3o dos v\u00edrus ou bact\u00e9rias, protegendo a si mesmo e <strong>\u00e0 quem n\u00e3o pode tomar a subst\u00e2ncia<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<h6 class=\"has-background-color-background-color has-background wp-block-heading\"><em>&#8220;Mas eu li que t\u00eam mais de um tipo de vacina, e uma delas pode fazer mal&#8221;<\/em>.&nbsp;<\/h6>\n\n\n\n<p>Bom, \u00e9 importante saber que s\u00e3o tr\u00eas os principais tipos de vacina: as de agentes atenuados (ou seja, vivos mas incapazes de causar a doen\u00e7a), as de agentes inativados e as de subunidades (prote\u00ednas, partes ou fragmentos, quando \u00e9 imposs\u00edvel utilizar o pat\u00f3geno todo). Al\u00e9m disso, h\u00e1 diferentes t\u00e9cnicas ou formas de entrada destes agentes no nosso corpo (sobre os tipos de vacina voc\u00ea pode consultar esse texto <a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/covid-19\/vacinas-de-onde-vem-e-para-onde-vao\/\">aqui<\/a>).<\/p>\n\n\n\n<p>Destaca-se aqui que a vacina produzida pela Pfizer utiliza uma tecnologia in\u00e9dita mas n\u00e3o nova. \u00c9 uma tecnologia que vem sendo estudada desde meados dos anos 1990. Como assim? A tecnologia est\u00e1 sendo usada pela primeira vez em humanos, sim.<\/p>\n\n\n\n<p>Todavia, vem sendo desenvolvida e testada h\u00e1 anos, seguindo protocolos de seguran\u00e7a r\u00edgidos tanto para v\u00edrus, como para bact\u00e9rias e at\u00e9 doen\u00e7as autoimunes. Isto \u00e9, as etapas de seguran\u00e7a &#8211; que envolvem testes com animais &#8211; j\u00e1 est\u00e3o consolidadas e n\u00e3o apresentam risco algum. Tal como as outras t\u00e9cnicas de desenvolvimento de vacinas. Sim! Todas as t\u00e9cnicas possuem etapas de desenvolvimento com cobaias, antes de testarem em seres humanos.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, parte da \u201crapidez\u201d que temos desenvolvido neste momento \u00e9 por estarmos testando vacinas cujas etapas de seguran\u00e7a se relacionam \u00e0s etapas testadas em animais previamente &#8211; antes dos testes de seguran\u00e7a em seres humanos. E estas etapas s\u00e3o absolutamente necess\u00e1rias, testadas e seguras.<\/p>\n\n\n\n<p>A terapia de vacina\u00e7\u00e3o g\u00eanica \u00e9 fruto do desenvolvimento de pesquisas no campo da biotecnologia e com desenvolvimento da t\u00e9cnica em si, aprimorada ao longo deste tempo. Ela consiste basicamente em fazer nosso corpo produzir uma prote\u00edna do v\u00edrus.<\/p>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\">Mas \u00e9 seguro?<\/h5>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/covid-19\/wp-content\/uploads\/sites\/251\/2020\/12\/1-1.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2017\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/covid-19\/wp-content\/uploads\/sites\/251\/2020\/12\/Vacinas-Genicas-1024x1024.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2026\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/covid-19\/wp-content\/uploads\/sites\/251\/2020\/12\/3-1-1024x1024.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2019\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Em suma, a vacina g\u00eanica induz nosso corpo a produzir uma prote\u00edna e, em seguida, estimula uma resposta imune muito precisa. Dessa forma, estas pesquisas t\u00eam demonstrado que as vacinas g\u00eanicas s\u00e3o mais seguras, mais r\u00e1pidas de serem produzidas e mais eficazes. No caso espec\u00edfico da vacina que vem sendo produzida pela Pfizer, a grande quest\u00e3o reside, ainda, no armazenamento. Voc\u00eas j\u00e1 devem ter visto noticiado que esta vacina precisa ser armazenada em freezers que se mant\u00eam a temperaturas de -70\u00baC e h\u00e1 muito pouca estrutura para isto &#8211; no Brasil e, talvez, no mundo.<\/p>\n\n\n\n<p>Todavia, isto tamb\u00e9m tem sido fonte de debate e pesquisa, para contornarmos este problema!<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-background-color-color has-black-background-color has-text-color has-background\">Quer saber mais desta vacina? Recomendamos estes dois fios da <strong><a href=\"https:\/\/threadreaderapp.com\/thread\/1306644680415870976.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">@mellziland <\/a><\/strong>&nbsp;e da <a href=\"https:\/\/threadreaderapp.com\/thread\/1333451395878576128.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>@dogarret<\/strong><\/a> no Twitter<\/p>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\"><strong>Bom, mas sempre bom lembrar:<\/strong><\/h5>\n\n\n\n<p>Independentemente do tipo, <strong>as vacinas t\u00eam se mostrado bastante eficientes na prote\u00e7\u00e3o a v\u00e1rias doen\u00e7as<\/strong>. Por exemplo, um caso especial, querid\u00edssimo da ci\u00eancia (e n\u00e3o \u00e0 toa) \u00e9 o da poliomielite, ou paralisia infantil, erradicada no Brasil em 1989 exatamente por causa da ampla vacina\u00e7\u00e3o no territ\u00f3rio nacional. Mas ainda lembrando (<a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/covid-19\/de-graca-ate-injecao-na-testa-parte-1\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">como falamos no texto anterior<\/a>) que esta doen\u00e7a grav\u00edssima corre o risco de voltar com o crescimento do movimento anti-vacina.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-background-color-background-color has-background\">\u201c<em>Ah mas ser\u00e1 que d\u00e1 pra confiar na vacina chinesa?\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Quem produz as vacinas? Como ter certeza que seguem um m\u00e9todo rigoroso de testes e de preparo? Estas quest\u00f5es juntamente com informa\u00e7\u00f5es desconexas que circulam por a\u00ed podem causar certo receio. No entanto, as vacinas s\u00e3o desenvolvidas segundo um c\u00f3digo de pr\u00e1ticas internacionais r\u00edgido, que regula a produ\u00e7\u00e3o de insumos para a sa\u00fade em todos os pa\u00edses, da Est\u00f4nia ao Brasil, da Alemanha \u00e0 \u00cdndia.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>No pr\u00f3ximo texto<\/strong>&#8230;<\/h4>\n\n\n\n<p>N\u00f3s vamos responder: Mas que protocolos s\u00e3o esses? Calma que logo logo a gente j\u00e1 volta a falar sobre isso! Aguarde!<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Para saber mais<\/h4>\n\n\n\n<p>BBC (2020) <a href=\"https:\/\/www.bbc.com\/portuguese\/geral-54881767\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Vacina da Pfizer: como funciona a nova tecnologia que pode revolucionar a imuniza\u00e7\u00e3o<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>Brasil, Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria (Anvisa), <em>Resolu\u00e7\u00e3o RDC n\u00ba 4<\/em>, de 10 de fevereiro de 2009, Bras\u00edlia: Anvisa; 2009<\/p>\n\n\n\n<p>Costa, C e Tombesi, C (2020) <a href=\"https:\/\/www.bbc.com\/portuguese\/geral-55091872\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Covid-19: os tr\u00eas passos do m\u00e9todo revolucion\u00e1rio para criar vacinas de RNA<\/a>, BBC.<\/p>\n\n\n\n<p>Domingues, CMAS, &amp; Teixeira, AMS (2013) <a href=\"https:\/\/dx.doi.org\/10.5123\/S1679-49742013000100002\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Coberturas vacinais e doen\u00e7as imunopreven\u00edveis no Brasil no per\u00edodo 1982-2012: avan\u00e7os e desafios do Programa Nacional de Imuniza\u00e7\u00f5es<\/a>, <em>Epidemiologia e Servi\u00e7os de Sa\u00fade<\/em>, <em>22<\/em>(1), 9-27.<\/p>\n\n\n\n<p>Ferrera F, La Cava A, Rizzi M, Hahn BH, Indiveri F, Filaci G (2007) G<a href=\"17911425.\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ene vaccination for the induction of immune tolerance<\/a>, Ann N Y Acad Sci, 2007 Sep,1110:99-111. <\/p>\n\n\n\n<p>Fiocruz: <a href=\"https:\/\/www.bio.fiocruz.br\/index.php\/br\/noticias\/1263-vacinas-as-origens-a-importancia-e-os-novos-debates-sobre-seu-uso?showall=1&amp;limitstart=\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Vacinas: as origens, a import\u00e2ncia e os novos debates sobre seu uso<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>Homma, A, Martins, RM; Leal, MLF, Freire, MS, Couto, AR (2011) <a href=\"https:\/\/www.scielo.br\/scielo.php?pid=S1413-81232011000200008&amp;script=sci_arttext&amp;tlng=pt\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Atualiza\u00e7\u00e3o em vacinas, imuniza\u00e7\u00f5es e inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica<\/a>, Ci\u00eanc sa\u00fade coletiva vol16 no2.<\/p>\n\n\n\n<p>Pinto, EF, Matta, NE e Cruz, AM (2011) <a href=\"http:\/\/www.scielo.org.co\/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0120-548X2011000300014\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Vacinas: progressos e novos desafios para o controle de doen\u00e7as imunopreven\u00edveis<\/a>, Acta Biol Col\u00f4mbia.<\/p>\n\n\n\n<p>Reinhardt, G, Walflor, HSM, Trigo, JHB, Ribas, JLC (2017) Desenvolvimento e aplica\u00e7\u00f5es de vacinas g\u00eanicas no tratamento e preven\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as, <strong>Sa\u00fade e Desenvolvimento, <\/strong>v11, n7.<\/p>\n\n\n\n<p>Yanjun Zhang, Gang Zeng, Hongxing Pan, Prof Changgui Li, Yaling Hu, Kai Chu, <a href=\"https:\/\/www.thelancet.com\/action\/showPdf?pii=S1473-3099%2820%2930843-4\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Safety, tolerability, and immunogenicity of an inactivated SARS-CoV-2 vaccine in healthy adults aged 18\u201359 years: a randomised, double-blind, placebo-controlled, phase 1\/2 clinical trial<\/a>, The Lancet Infectuous Diseases.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Textos do Blogs sobre Vacinas:<\/h4>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/covid-19\/e-aqueles-resultados-das-vacinas-parte-1\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">E aqueles resultados das Vacinas? (Parte 1)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/covid-19\/obrigatoriedade-da-vacina-discurso-contrario-vem-do-seculo-xix\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Obrigatoriedade da Vacina: discurso contr\u00e1rio vem do s\u00e9culo XIX<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/covid-19\/vacinas-de-onde-vem-e-para-onde-vao\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Vacinas: de onde v\u00eam e para onde v\u00e3o<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/covid-19\/sobre-vacinas-metodo-cientifico-e-transparencia-na-ciencia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Sobre Vacinas, m\u00e9todo cient\u00edfico e transpar\u00eancia na ci\u00eancia (parte 1)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/covid-19\/vacina-estado-e-liberdade-a-manipulacao-do-debate-parte-1\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Vacina, Estado e Liberdade: a manipula\u00e7\u00e3o do debate \u2013 Parte 1<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/covid-19\/de-graca-ate-injecao-na-testa-parte-1\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">De gra\u00e7a, at\u00e9 inje\u00e7\u00e3o na testa? (parte 1)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Os Autores<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p><strong>Ana Arnt<\/strong> \u00e9 Bi\u00f3loga, Mestre e Doutora em Educa\u00e7\u00e3o. Professora do Departamento de Gen\u00e9tica, Evolu\u00e7\u00e3o, Microbiologia e Imunologia, do Instituto de Biologia (DGEMI\/IB) da UNICAMP e do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Ensino de Ci\u00eancias e Matem\u00e1tica (PECIM). <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Gildo Girotto Junior<\/strong> \u00e9 Licenciado em Qu\u00edmica (UNESP), Doutor em Ensino de Qu\u00edmica (USP) e atualmente \u00e9 professor e pesquisador no Instituto de Qu\u00edmica da Unicamp<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Gian Carlo Guadagnin <\/strong>\u00e9 estudante de gradua\u00e7\u00e3o em Licenciatura em Hist\u00f3ria (UNICAMP)<\/p>\n\n\n\n<p>Este texto \u00e9 original e escrito com exclusividade para o&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.blogs.unicamp.br\/covid-19\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Especial Covid-19<\/a><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/covid-19\/wp-content\/uploads\/sites\/251\/elementor\/thumbs\/logo_-onj4s5m6vf0hml07f9yn7c6a77kn5fk3fpbt3dhc00.png\" alt=\"logo_\" title=\"logo_\" \/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Os argumentos expressos nos posts deste especial s\u00e3o dos pesquisadores. Dessa forma, os textos foram produzidos a partir de campos de pesquisa cient\u00edfica e atua\u00e7\u00e3o profissional dos pesquisadores e foi revisado por pares da mesma \u00e1rea t\u00e9cnica-cient\u00edfica da Unicamp. Assim, n\u00e3o, necessariamente, representam a vis\u00e3o da Unicamp e essas opini\u00f5es n\u00e3o substituem conselhos m\u00e9dicos.<\/h4>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/covid-19\/editorial\/\"><br>editorial<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Texto de Gian Guadagnin, Gildo Girotto J\u00fanior e Ana Arnt O que \u00e9 uma vacina e quais os tipos de vacina As vacinas s\u00e3o produtos biol\u00f3gicos que promovem o desenvolvimento do que chamamos de mem\u00f3ria imunol\u00f3gica ativa. 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