{"id":2229,"date":"2021-02-10T23:20:26","date_gmt":"2021-02-11T02:20:26","guid":{"rendered":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/covid-19\/?p=2229"},"modified":"2021-02-10T23:20:26","modified_gmt":"2021-02-11T02:20:26","slug":"anticorpos-monoclonais-que","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/clorofreela.com.br\/revistablogs\/2021\/02\/10\/anticorpos-monoclonais-que\/","title":{"rendered":"Anticorpos Monoclonais! Qu\u00ea?"},"content":{"rendered":"\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"602\" height=\"601\" src=\"https:\/\/lh6.googleusercontent.com\/LcAUSEjkSIPF2Gkugw3_kHcMHqyaJNlRI_JNX9KEEw5T-l6uHvyfeNCM361X4vVLIGySJbi0dH7GOCkr95tA-RL8G4U3ovekpTSC6nhI9BQeLSW_gz0wTn6AfcdqqwBUlrLjMAR2\"><\/p>\n\n\n\n<p>Anticorpos monoclonais? Clones de anticorpos? Que isso, voltamos para 2001 junto com o Dr. Albieri? <s>(voc\u00eas eram nascidos j\u00e1 para esta refer\u00eancia?)<\/s><\/p>\n\n\n\n<p>Vamos com calma! N\u00e3o \u00e9 bem assim.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 falamos bastante de resposta imune humoral, <a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/covid-19\/o-que-sao-anticorpos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">anticorpos<\/a> e at\u00e9 o uso de <a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/covid-19\/plasma-convalescente-tratamentos-a-partir-de-anticorpos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">plasma convalescente<\/a> aqui no Blogs, e hoje vamos explicar mais uma ferramenta que temos para combater c\u00e2nceres, doen\u00e7as autoimunes e doen\u00e7as infecciosas, entre elas a pr\u00f3pria Covid-19.<\/p>\n\n\n\n<p>Respira fundo e v\u00eam comigo entender o que s\u00e3o esse tipo de anticorpos.<\/p>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\"><strong>Hist\u00f3ria<\/strong><\/h5>\n\n\n\n<p>A descoberta dos anticorpos data do final do s\u00e9culo XIX, por volta de 1890. Nesses anos, dois cientistas &#8211; Kitasato e von Behring &#8211; observaram que animais que tinham contra\u00eddo difteria ou t\u00e9tano possu\u00edam no soro do seu sangue uma \u201canti-toxina\u201d capaz de neutralizar a toxina causadora de ambas as doen\u00e7as. Em 1891, um ano depois, outro cientista &#8211; Paul Ehrlich &#8211; prop\u00f4s o nome de Anticorpo (<em>Antik\u00f6rper<\/em> em alem\u00e3o) para essa &#8220;antitoxina&#8221; (1, 2). Nos anos que se seguiram foram feitos grandes avan\u00e7os no desenvolvimento do conhecimento sobre o que s\u00e3o os anticorpos, suas estruturas e fun\u00e7\u00f5es (algo que voc\u00ea pode conferir em outros textos j\u00e1 publicados aqui no blog).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Anticorpos Policlonais vs Monoclonais.<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Com todo o conhecimento acumulado atualmente sobre anticorpos, hoje sabemos que o que torna a resposta imune humoral t\u00e3o potente \u00e9 (dentre outros fatores) a capacidade de produzir milhares de c\u00f3pias de anticorpos diferentes contra uma \u00fanica mol\u00e9cula (ou ant\u00edgeno, como se diz no meio cient\u00edfico), que s\u00e3o os chamados de <strong>Anticorpos Policlonais<\/strong>. Achou confuso?<\/p>\n\n\n\n<p>Vamos exemplificar: quando um linf\u00f3cito B reconhece um ant\u00edgeno estranho, ele come\u00e7a a produzir milhares e milhares de c\u00f3pias de um \u00fanico anticorpo. Essa c\u00e9lula B espec\u00edfica produz esse anticorpo espec\u00edfico. Ao mesmo tempo, essa mesma c\u00e9lula B come\u00e7a a se multiplicar, gerando v\u00e1rias c\u00e9lulas filhas dela mesma (ou clones). Cada um desses clones vai produzir anticorpos ligeiramente diferentes daquele produzido pela c\u00e9lula m\u00e3e. Vamos considerar que a partir dessa c\u00e9lula B m\u00e3e foram produzidos tr\u00eas clones (ou c\u00e9lulas filhas). Cada uma delas reconhece tr\u00eas por\u00e7\u00f5es diferentes daquele mesmo ant\u00edgeno estranho que a c\u00e9lula B m\u00e3e reconheceu, produzindo milhares de c\u00f3pias de tr\u00eas outros anticorpos. Novamente, n\u00e3o podemos esquecer que cada um desses linf\u00f3citos B filhos produzem um anticorpo espec\u00edfico, que \u00e9 \u00fanico de cada c\u00e9lula, mas que pode ser produzido aos milhares.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Agora, o exemplo que n\u00f3s demos foi de uma c\u00e9lula m\u00e3e reconhecendo um ant\u00edgeno e gerando tr\u00eas c\u00e9lulas filhas, mas o que acontece na realidade s\u00e3o centenas de linf\u00f3citos B reconhecendo centenas de diferentes peda\u00e7os de diferentes ant\u00edgenos de um mesmo pat\u00f3geno (como um v\u00edrus ou bact\u00e9ria), e dando origem a dezenas de c\u00e9lulas filhas, que originam outras dezenas de c\u00e9lulas filhas. No final, o que n\u00f3s temos s\u00e3o centenas de milhares de clones (ou c\u00e9lulas filhas), cada um produzindo um anticorpo em espec\u00edfico, cada um ligeiramente diferente de todos os outros, e reconhecendo diferentes partes do ant\u00edgeno estranho. Da\u00ed que surge o nome Policlonal, ou seja, muitos clones, muitas c\u00f3pias). Nosso sistema imunol\u00f3gico <strong>sempre<\/strong> vai produzir uma <strong>resposta policlonal<\/strong> de anticorpos para contra atacar a uma amea\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh6.googleusercontent.com\/MfDHqv62b01oQvKhe3Xh39gcwfYuHvuEMpHeRj7ooIgdsgpYdgINa5PRZH9U2vliY0bkwqEVN2LyVIvyuxMmqMYEm4HdzKxBc9y6w0u8-DlgukrjPCtY5MISC2-DRTYALdarbFHd\" alt=\"\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Por outro lado, tamb\u00e9m existem os chamados <strong>Anticorpos Monoclonais<\/strong>. Isso \u00e9, anticorpos produzidos em laborat\u00f3rio com o uso de engenharia gen\u00e9tica para que v\u00e1rias c\u00e9lulas (ou clones de c\u00e9lulas) produzam o mesmo anticorpo e assim tenha-se acesso em larga escala a esse tipo em espec\u00edfico (e da\u00ed o nome monoclonal, ou \u00fanico clone). Essa nova biotecnologia surgiu em 1975 quando Georges K\u00f6hler e C\u00e9sar Milstein desenvolveram uma forma de isolar anticorpos a partir de c\u00e9lulas h\u00edbridas (chamadas de <strong>Hibridomas<\/strong>) originadas da fus\u00e3o de uma c\u00e9lula de mieloma (cancer\u00edgena) com uma c\u00e9lula produtora de anticorpos. Essa linhagem celular h\u00edbrida era capaz de se multiplicar indefinidamente em placas de cultura ao mesmo tempo que mantinha a capacidade de produzir milhares de anticorpos id\u00eanticos (monoclonais), consequentemente, com a mesma especificidade e afinidade (3, 4, 5).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh6.googleusercontent.com\/DwmCbP8zM3WS7Xi5FfAhwwrBb3DAM_IF0U9RbnxAhFpYxN_sZcu4AneGghhex1ESpxYwaIlO2C3DwKLcMh8QdEQsqrEpFihkoG9jqlmwXNJGwMmL_2vD87Pt_O4Y9NP4Q-NEeO60\" alt=\"\" \/><figcaption>Imagem original Nature, traduzida pelo autor<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>E quais s\u00e3o suas aplica\u00e7\u00f5es na medicina?<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Hoje, quase 50 anos ap\u00f3s essa descoberta, o uso de anticorpos monoclonais j\u00e1 \u00e9 amplo e muito utilizado no combate a diversos tipos de c\u00e2nceres e doen\u00e7as autoimunes, por se ligarem especificamente a uma \u00fanica mol\u00e9cula de interesse terap\u00eautico. Nas terapias contra doen\u00e7as autoimunes, j\u00e1 se utilizam anticorpos monoclonais para impedir que c\u00e9lulas como linf\u00f3citos T e mon\u00f3citos entrem em \u00f3rg\u00e3os e ataquem c\u00e9lulas deste; que citocinas sejam reconhecidas por essas c\u00e9lulas imunes ou at\u00e9 mesmo para &#8220;deslig\u00e1-las&#8221; (2).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 no combate a c\u00e2nceres, os anticorpos monoclonais s\u00e3o usados de maneiras ainda mais variadas. Alguns servem como \u201ccaminh\u00f5es\u201d, levando drogas ligadas em si que s\u00e3o entregues somente para as c\u00e9lulas cancer\u00edgenas ou ativando mol\u00e9culas na superf\u00edcie das c\u00e9lulas tumorais, que fazem com que estas c\u00e9lulas entrem em processo de morte programada. Outros anticorpos monoclonais funcionam \u201cmostrando\u201d aos linf\u00f3citos T Citot\u00f3xicos e macr\u00f3fagos (se n\u00e3o lembra quem eles s\u00e3o, aconselho dar uma olhadinha nesse texto aqui) onde est\u00e3o e quem s\u00e3o as c\u00e9lulas cancer\u00edgenas que devem ser mortas, visto que muitas vezes tumores conseguem se esconder do sistema imunol\u00f3gico, al\u00e9m de gerarem ambientes imunossupressores, isso \u00e9, capazes de fazer com que linf\u00f3citos T e outras c\u00e9lulas imunes n\u00e3o se ativem pr\u00f3ximo dali (2, 3).<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, assim como Kitasato e von Behring come\u00e7aram fazendo h\u00e1 mais de 100 anos atr\u00e1s, atualmente cientistas tamb\u00e9m est\u00e3o desenvolvendo anticorpos monoclonais capazes de combater doen\u00e7as infecciosas como mal\u00e1ria, influenza e AIDS, testando eles individualmente ou na forma de coquet\u00e9is (2, 4, 6). Oficialmente, j\u00e1 existem tr\u00eas anticorpos monoclonais aprovados pelo FDA (ag\u00eancia federal do Departamento de Sa\u00fade e Servi\u00e7os Humanos dos Estados Unidos) para uso no combate a doen\u00e7as infecciosas, sendo essas o v\u00edrus sincicial respirat\u00f3rio, anthrax, e <em>Clostridioides difficile <\/em>(uma bact\u00e9ria gastrointestinal) (7).<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Mais uma arma contra a Covid-19.<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>No que diz respeito \u00e0 Covid-19, muitas estrat\u00e9gias foram e est\u00e3o sendo pensadas para o combate \u00e0 pandemia, como a vacina\u00e7\u00e3o em massa da popula\u00e7\u00e3o, o uso de plasma convalescente em pacientes internados, e claro, o uso de anticorpos monoclonais, apesar deste \u00faltimo ter tido menos aten\u00e7\u00e3o nos notici\u00e1rios dos \u00faltimos meses. O principal alvo desses anticorpos \u00e9 a prote\u00edna viral (Spike), na tentativa de impedir a liga\u00e7\u00e3o dela com o receptor nas nossas c\u00e9lulas &#8211; a mol\u00e9cula ACE2 &#8211; (8, 9), uma estrat\u00e9gia similar a que foi usada no desenvolvimento dos anticorpos monoclonais contra os v\u00edrus SARS-CoV-1 e MERS-CoV (7, 10). Contudo, outros alvos tamb\u00e9m est\u00e3o sendo estudados, como as tentativas de se controlar a tempestade de citocinas liberada no corpo, levando aos casos graves (9, 11, 12).<\/p>\n\n\n\n<p>Entretanto, um problema quanto ao uso de anticorpos monoclonais para o tratamento da Covid-19 \u00e9 a falta de informa\u00e7\u00e3o sobre a quantidade de anticorpos que v\u00e3o chegar nos principais \u00f3rg\u00e3os afetados, como os pulm\u00f5es (uma medida chamada de biodisponibilidade). Al\u00e9m desse fator, tamb\u00e9m \u00e9 necess\u00e1rio monitorar a diversidade viral do SARS-CoV-2 na popula\u00e7\u00e3o, visto que eventuais muta\u00e7\u00f5es nas prote\u00ednas alvos dos anticorpos podem diminuir drasticamente sua efic\u00e1cia (7). Por causa disso, j\u00e1 est\u00e1 se considerando o uso de dois anticorpos em conjunto, mirando em diferentes por\u00e7\u00f5es da <em>Spike<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p>Finalizando, apesar dos anticorpos monoclonais poderem ser utilizados de forma preventiva como em casos de pr\u00e9-exposi\u00e7\u00e3o (quando a pessoa sabe que vai ser exposta ao pat\u00f3geno) ou p\u00f3s-exposi\u00e7\u00e3o (quando a pessoa sabe que se exp\u00f4s mas n\u00e3o sabe se infectou-se), \u00e9 muito mais comum seu uso de forma terap\u00eautica, isto \u00e9, ap\u00f3s ter certeza que se contraiu a doen\u00e7a e estar apresentando sintomas delas. Nessa forma, apesar de termos mais essa arma para combater a Covid-19, \u00e9 necess\u00e1rio ressaltar que somente vacinando toda a popula\u00e7\u00e3o que venceremos a pandemia de uma vez por todas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Refer\u00eancias:<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\"><li>Llewelyn, MB, Hawkins, RE, &amp; Russell, SJ (1992) <a href=\"https:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/pmc\/articles\/PMC1883762\/pdf\/bmj00101-0037.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Discovery of antibodies<\/a>, <em>British Medical Journal<\/em>, <em>305<\/em>(6864), 1269-1272. <\/li><li>Yamada, T (2011) <a href=\"https:\/\/www.jstage.jst.go.jp\/article\/kjm\/60\/2\/60_2_37\/_pdf\/-char\/en\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Therapeutic monoclonal antibodies<\/a> <em>The Keio journal of medicine<\/em>, <em>60<\/em>(2), 37-46. <\/li><li>Bayer, V (2019, October) <a href=\"https:\/\/www.sciencedirect.com\/science\/article\/pii\/S0749208119301093?casa_token=01kzhu7HMLcAAAAA:ivdmZuF_ggDAXWvh8sg3-NmOHMCVB0AAuvnKJVMo26hXTt-XctW9dx26QStihrkCBuaSu2rC4UY\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">An overview of monoclonal antibodies<\/a> In <em>Seminars in oncology nursing<\/em> (Vol 35, No 5, p150927) WB Saunders. <\/li><li>Rajewsky, K. (2019). <a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/d41586-019-02840-w\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">The advent and rise of monoclonal antibodies<\/a>. <\/li><li>Posner, J., Barrington, P., Brier, T., &amp; Datta-Mannan, A. (2019). Monoclonal antibodies: Past, present and future. <em>Concepts and principles of pharmacology<\/em>, 81-141.\u00a0<\/li><li>Walker, LM, Phogat, SK, Chan-Hui, PY, Wagner, D, Phung, P, Goss, JL, &amp; Protocol G Principal Investigators (2009) <a href=\"https:\/\/science.sciencemag.org\/content\/326\/5950\/285.abstract?casa_token=JMuuvHZ8db0AAAAA:mcf68e8f-ZHbG57uNwZt86TY6YGsa9IulHd1QcaqfkKxWUmP3zUNPs4SG2-AmQ43llI9dAqBhoDvGaU\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Broad and potent neutralizing antibodies from an African donor reveal a new HIV-1 vaccine target<\/a> <em>Science<\/em>, <em>326<\/em>(5950), 285-289. <\/li><li>Marovich, M, Mascola, JR, &amp; Cohen, MS (2020) Monoclonal antibodies for prevention and treatment of COVID-19, <em>Jama<\/em>, <em>324<\/em>(2), 131-132.<\/li><li>Jahanshahlu, L, &amp; Rezaei, N (2020) <a href=\"https:\/\/pubmed.ncbi.nlm.nih.gov\/32534226\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Monoclonal antibody as a potential anti-COVID-19<\/a> <em>Biomedicine &amp; Pharmacotherapy<\/em>, 110337.<\/li><li>Saghazadeh, A, &amp; Rezaei, N (2020) <a href=\"https:\/\/pubmed.ncbi.nlm.nih.gov\/32413736\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Towards treatment planning of COVID-19: rationale and hypothesis for the use of multiple immunosuppressive agents: anti-antibodies, immunoglobulins, and corticosteroids<\/a> <em>International immunopharmacology<\/em>, 106560.<\/li><li>Shanmugaraj, B, Siriwattananon, K, Wangkanont, K, &amp; Phoolcharoen, W (2020) <a href=\"https:\/\/pubmed.ncbi.nlm.nih.gov\/32134278\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Perspectives on monoclonal antibody therapy as potential therapeutic intervention for Coronavirus disease-19 (COVID-19)<\/a>. <em>Asian Pac J Allergy Immunol<\/em>, <em>38<\/em>(1), 10-18.<\/li><li>Luo, P, Liu, Y, Qiu, L, Liu, X, Liu, D, &amp; Li, J (2020) <a href=\"https:\/\/pubmed.ncbi.nlm.nih.gov\/32253759\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Tocilizumab treatment in COVID\u201019: a single center experience<\/a> <em>Journal of medical virology<\/em>, <em>92<\/em>(7), 814-818.<\/li><li>Toniati, P, Piva, S, Cattalini, M, Garrafa, E, Regola, F, Castelli, F, &amp; Training, HUB (2020) <a href=\"https:\/\/pubmed.ncbi.nlm.nih.gov\/32376398\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Tocilizumab for the treatment of severe COVID-19 pneumonia with hyperinflammatory syndrome and acute respiratory failure: a single center study of 100 patients in Brescia<\/a>, Italy, <em>Autoimmunity reviews<\/em>, 102568.<\/li><\/ol>\n\n\n\n<p>Este texto \u00e9 original e escrito com exclusividade para o&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.blogs.unicamp.br\/covid-19\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Especial Covid-19<\/a><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/covid-19\/wp-content\/uploads\/sites\/251\/elementor\/thumbs\/logo_-onj4s5m6vf0hml07f9yn7c6a77kn5fk3fpbt3dhc00.png\" alt=\"logo_\" title=\"logo_\" \/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Os argumentos expressos nos posts deste especial s\u00e3o dos pesquisadores. Dessa forma, os textos foram produzidos a partir de campos de pesquisa cient\u00edfica e atua\u00e7\u00e3o profissional dos pesquisadores e foi revisado por pares da mesma \u00e1rea t\u00e9cnica-cient\u00edfica da Unicamp. Assim, n\u00e3o, necessariamente, representam a vis\u00e3o da Unicamp e essas opini\u00f5es n\u00e3o substituem conselhos m\u00e9dicos.<\/h4>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/covid-19\/editorial\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><br>editorial<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Anticorpos monoclonais? Clones de anticorpos? Que isso, voltamos para 2001 junto com o Dr. Albieri? (voc\u00eas eram nascidos j\u00e1 para esta refer\u00eancia?) Vamos com calma! N\u00e3o \u00e9 bem assim. 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