{"id":2611,"date":"2021-07-09T20:31:37","date_gmt":"2021-07-09T23:31:37","guid":{"rendered":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/covid-19\/?p=2611"},"modified":"2021-07-09T20:31:37","modified_gmt":"2021-07-09T23:31:37","slug":"anticorpos-neutralizantes-e-a-variante-p-1-gamma","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/clorofreela.com.br\/revistablogs\/2021\/07\/09\/anticorpos-neutralizantes-e-a-variante-p-1-gamma\/","title":{"rendered":"Anticorpos neutralizantes e a variante P.1 Gamma"},"content":{"rendered":"\n<pre class=\"wp-block-verse has-text-align-center has-small-font-size\"><em>Texto escrito por Mariene Amorim, Ana de Medeiros Arnt, Marcelo Mori, Alessandro Farias e Jos\u00e9 Luiz Proen\u00e7a-Modena<\/em><\/pre>\n\n\n\n<p>Hoje n\u00f3s vamos falar sobre um estudo que saiu quentinho do forno de pesquisadores aqui da UNICAMP! Como \u00e9 um tema dif\u00edcil e cheio de nuances, vamos come\u00e7ar aos poucos. Primeiro falaremos de conceitos do estudo. Ap\u00f3s isso, vamos abordar sobre a metodologia. S\u00f3 depois disso, vamos falar dos resultados em si.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Nosso corpo e suas defesas: o nosso sistema imunol\u00f3gico<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Nosso corpo possui um sistema de defesa sofisticado e complexo, composto por diferentes tipos de barreiras, c\u00e9lulas e prote\u00ednas. Todos esses componentes juntos formam o nosso sistema imunol\u00f3gico, nosso sistema de defesa frente a invasores.<\/p>\n\n\n\n<p>Nosso sistema imune sempre est\u00e1 vigilante a tudo que entramos em contato. Quando algo considerado n\u00e3o-pr\u00f3prio (isso \u00e9, que n\u00e3o pertence ao nosso corpo) entra em contato conosco, o sistema imune identifica aquilo como &#8220;externo&#8221;, buscando destruir e algumas vezes guardando uma mem\u00f3ria dessa amea\u00e7a. Mas algumas vezes precisamos de refor\u00e7os. Nesses casos, al\u00e9m do sistema imune chamar mais c\u00e9lulas de defesa, este induz a libera\u00e7\u00e3o de v\u00e1rias prote\u00ednas que v\u00e3o ajudar a combater a amea\u00e7a, resultando em uma Inflama\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Entretanto, nosso corpo tem limites. Um longo per\u00edodo de inflama\u00e7\u00e3o (por exemplo, combatendo um pat\u00f3geno) pode resultar em dano \u00e0s c\u00e9lulas e \u00f3rg\u00e3os do nosso corpo. Em outras palavras, podemos \u201cexagerar\u201d enquanto estamos tentando proteger nosso corpo de elementos externos (como v\u00edrus ou bact\u00e9rias). Assim, acabamos gerando respostas que em certa medida tamb\u00e9m d\u00e3o uma \u201cbagun\u00e7ada geral\u201d no sistema. Como voc\u00eas podem ver a imunologia (e j\u00e1 temos falado disso em nossos textos) \u00e9 bem complexa. Ao longo dos anos, esse tem sido foco de estudos e tem se desvendado mais e mais sobre o tema. Isto para a nossa melhor compreens\u00e3o e para que possamos combater muitas doen\u00e7as.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Ensinando o corpo a se proteger<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Entender o sistema imunol\u00f3gico e como ele funciona n\u00e3o \u00e9 algo f\u00e1cil para compreendermos. No entanto, gra\u00e7as a muitos estudos, muitas noites sem dormir e experimentos sem fim, aprendemos um pouco mais sobre como o sistema imune funciona. Mas melhor do que isto, hoje tamb\u00e9m somos capazes de \u201censinar\u201d ao nosso sistema imune sobre um pat\u00f3geno. Ou seja, quando, ou se, entrarmos em contato com este pat\u00f3geno, ele n\u00e3o consegue se espalhar abundantemente e causar muitos danos.<strong> \u00c9 o que fazemos quando tomamos vacinas!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Quando a humanidade ainda estava desvendando as doen\u00e7as e como preveni-las, h\u00e1 muito tempo atr\u00e1s (s\u00e9culo XVIII e antes), na tentativa de combater a var\u00edola, pessoas eram inoculadas com uma vers\u00e3o mais branda da doen\u00e7a (uma var\u00edola de vacas) e se tornavam imunes ao desenvolvimento da var\u00edola humana, que era mais grave. A hist\u00f3ria das doen\u00e7as e vacinas \u00e9 fascinante, mas n\u00e3o \u00e9 o que vamos discutir nesse texto!<\/p>\n\n\n\n<p>Hoje, j\u00e1 existem diversas maneiras de elaborar uma vacina, de forma que sejam muito mais seguras. A depender da t\u00e9cnica utilizada na produ\u00e7\u00e3o de uma vacina, n\u00f3s vamos apresentar ao nosso corpo o pat\u00f3geno inativado, ou uma pequena parte do pat\u00f3geno, para que o nosso sistema imune reconhe\u00e7a e guarde aquela informa\u00e7\u00e3o em forma de mem\u00f3ria imunol\u00f3gica.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Vacinas, v\u00edrus e variantes<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Atualmente existem diversas vacinas contra v\u00edrus, que ajudaram a extinguir doen\u00e7as em v\u00e1rias partes do globo. Por\u00e9m, n\u00e3o \u00e9 um processo f\u00e1cil e n\u00e3o funciona para todas as doen\u00e7as. Se um v\u00edrus, por exemplo, sofre muitas modifica\u00e7\u00f5es gen\u00e9ticas (muta\u00e7\u00f5es) e consequentemente estruturais, \u00e0 medida que ele se espalha em uma popula\u00e7\u00e3o, se torna dif\u00edcil, produzir uma vacina eficiente, como \u00e9 o caso do v\u00edrus da imunodefici\u00eancia humana HIV. \u00c9 como se esse v\u00edrus fosse mudando com o tempo, de forma que a mem\u00f3ria gerada pelo nosso sistema imune n\u00e3o ir\u00e1 reconhec\u00ea-lo mais. Al\u00e9m de outros fatores relacionados ao desenvolvimento da doen\u00e7a, que podem inviabilizar o uso de uma vacina.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Para nossa sorte, muitas doen\u00e7as s\u00e3o causadas por v\u00edrus que n\u00e3o sofrem tantas muta\u00e7\u00f5es com muita rapidez, para as quais j\u00e1 temos vacinas eficientes, como a var\u00edola, a rub\u00e9ola, a poliomielite, entre outras. No cen\u00e1rio atual da pandemia de COVID-19, nos deparamos com um v\u00edrus de RNA que n\u00e3o sofre tantas muta\u00e7\u00f5es como outros v\u00edrus com genoma de RNA, como HIV e influenza. Entretanto, essa hist\u00f3ria n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o simples como parece, como podemos ver com as not\u00edcias de surgimento de tantas <a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/covid-19\/variantes\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">variantes<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Ent\u00e3o n\u00e3o t\u00eam tanta muta\u00e7\u00e3o assim o tal do Corona??<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Mas o SARS-CoV-2 n\u00e3o \u00e9, de fato, um v\u00edrus que muta tanto assim. Todavia, ele se espalha muito rapidamente e o n\u00famero gigantesco de pessoas infectadas juntamente com a alta taxa de transmissibilidade, tem favorecido n\u00e3o somente o aparecimento de muta\u00e7\u00f5es nesse v\u00edrus, como tamb\u00e9m a sele\u00e7\u00e3o de muta\u00e7\u00f5es mais favor\u00e1veis \u00e0 infec\u00e7\u00e3o fixando-as na popula\u00e7\u00e3o. Ao longo da hist\u00f3ria da pandemia, foram surgindo variantes virais com mudan\u00e7as significativas em algumas de suas estruturas, preocupando pessoas no mundo inteiro.<\/p>\n\n\n\n<p>Novamente, gra\u00e7as a conhecimentos acumulados ao longo de d\u00e9cadas de estudos, a humanidade conseguiu produzir n\u00e3o s\u00f3 uma, como v\u00e1rios tipos de vacinas contra esse v\u00edrus, e \u00e9 claro que o aparecimento das novas variantes colocou o mundo inteiro em estado de alerta. A pergunta que n\u00e3o quer calar \u00e9:<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>As vacinas ainda ir\u00e3o funcionar?<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Temos pesquisado muito a fim de desvendar como acontece a nossa resposta imune frente ao SARS-CoV-2, e as varia\u00e7\u00f5es que t\u00eam aparecido. Ser\u00e1 que produzimos mem\u00f3ria imunol\u00f3gica quando entramos em contato com esses v\u00edrus? Por quanto tempo? Podemos pegar um tipo de v\u00edrus e depois pegar novamente uma variante? Como podemos investigar se temos alguma prote\u00e7\u00e3o?<\/p>\n\n\n\n<p>S\u00e3o muitas perguntas, pouco tempo para desenvolver os estudos e obter respostas enquanto tem muita gente adoecendo, muita gente morrendo, variantes surgindo\u2026 Mas vamos l\u00e1, temos muito ainda a percorrer sobre o tema!<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>O que podemos fazer no \u00e2mbito cient\u00edfico para obter algumas respostas?<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>Muita coisa tem sido feita. Primeiramente, nunca tivemos tanto sequenciamento de genoma completo de um v\u00edrus anteriormente na hist\u00f3ria. Temos conseguido acompanhar a evolu\u00e7\u00e3o desse v\u00edrus em muitos pa\u00edses, identificar o surgimento das variantes e acompanhar seu desenvolvimento epidemiol\u00f3gico, inclusive no Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo, n\u00f3s podemos isolar as part\u00edculas virais de uma amostra de paciente infectado, para que possamos estudar o v\u00edrus em cultura de c\u00e9lulas no laborat\u00f3rio (<em>in vitro<\/em>). Conseguimos fazer isso com as diferentes linhagens do SARS-CoV-2, as mais antigas e as novas variantes.<\/p>\n\n\n\n<p>Os v\u00edrus isolados podem ser utilizados, por exemplo, para investigar a presen\u00e7a de anticorpos neutralizantes circulando no sangue de pessoas que j\u00e1 tiveram algum contato com o v\u00edrus, seja por infec\u00e7\u00e3o natural ou vacina\u00e7\u00e3o. Um desses ensaios se chama PRNT, do Ingl\u00eas <em>Plaque reduction neutralization test. <\/em>Nesse ensaio, utilizamos amostras de soro ou <a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/covid-19\/plasma-convalescente-tratamentos-a-partir-de-anticorpos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">plasma<\/a>, para investigar a presen\u00e7a de anticorpos capazes de neutralizar o v\u00edrus. Ou seja, anticorpos capazes de fazer com que o v\u00edrus n\u00e3o seja mais capaz de se replicar numa c\u00e9lula e causar dano no organismo.<\/p>\n\n\n\n<p>Como fazemos isso? Em nossa pesquisa, realizamos uma dilui\u00e7\u00e3o seriada de uma amostra de soro ou plasma. Logo depois, incubamos as diferentes dilui\u00e7\u00f5es com uma quantidade fixa de part\u00edculas virais vi\u00e1veis. Ressaltamos este ponto aqui, pois \u00e9 uma quest\u00e3o metodol\u00f3gica importante:<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>H\u00e1 diferentes concentra\u00e7\u00f5es de soro, mas com a mesma quantidade de part\u00edculas virais<\/strong>.<\/h4>\n\n\n\n<p>Depois de um tempo, colocamos essas misturas em pocinhos contendo c\u00e9lulas que s\u00e3o facilmente infectadas pelo v\u00edrus. As part\u00edculas virais que ainda continuam vi\u00e1veis em cada mistura de v\u00edrus+soro\/plasma, ser\u00e3o capazes de infectar as c\u00e9lulas. Caso o soro\/plasma da pessoa contenha anticorpos neutralizantes, estes ir\u00e3o neutralizar (ou seja, bloquear a capacidade do v\u00edrus infectar) as part\u00edculas virais que n\u00e3o ser\u00e3o capazes de infectar as c\u00e9lulas nos pocinhos. As c\u00e9lulas infectadas acabam morrendo depois de um tempo, formando uma pequena plaquinha no fundo do po\u00e7o. Parece mais uma hist\u00f3ria triste essa parte n\u00e9? Mas na verdade s\u00e3o estas plaquinhas que n\u00f3s conseguimos contar, montar gr\u00e1ficos e realizar testes estat\u00edsticos.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>E o qu\u00ea elas representam?<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>Estas plaquinhas s\u00e3o exatamente o que nos indicam a quantidade de c\u00e9lulas que foi infectada e morreu. Portanto, indicam que o meio em que elas estavam (a mistura com soro\/plasma) tinha poucos (ou nenhum) anticorpos neutralizantes. Assim, n\u00e3o houve bloqueio da a\u00e7\u00e3o dos v\u00edrus.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Nosso estudo sobre Neutraliza\u00e7\u00e3o da linhagem P.1 por anticorpos<\/strong>&nbsp;<\/h2>\n\n\n\n<p>Recentemente um estudo realizado pelo grupo do professor Jos\u00e9 Luiz M\u00f3dena, aqui da UNICAMP, analisou diferentes amostras de pacientes para realizar exatamente este tipo de ensaio que comentamos anteriormente, com a variante P.1 &#8211; tamb\u00e9m conhecida como variante Gamma.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O estudo foi publicado ontem na revista The Lancet Microbe! Sim! Como dissemos, rec\u00e9m sa\u00eddo do forninho da publica\u00e7\u00e3o!<\/p>\n\n\n\n<p>Neste estudo, analisou-se a quantifica\u00e7\u00e3o de anticorpos neutralizantes presentes em amostras de soro\/plasma de pessoas previamente expostas ao SARS-CoV-2. Quando falamos em \u201cpreviamente expostas\u201d estamos falando de \u201cexposi\u00e7\u00e3o natural\u201d (pessoas que se infectaram pelo v\u00edrus) ou por vacina\u00e7\u00e3o com v\u00edrus inativado &#8211; no caso, Coronavac.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao analisar estas amostras, percebeu-se que a neutraliza\u00e7\u00e3o por anticorpos diminui quando incubadas com essa variante em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 linhagem mais antiga do v\u00edrus. O que isto quer dizer?<\/p>\n\n\n\n<p>Resumidamente, observou-se diminui\u00e7\u00e3o da capacidade de neutraliza\u00e7\u00e3o dos anticorpos em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 variante P.1 Gamma. Ou seja, percebemos que houve uma menor capacidade de bloquear a infec\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 variante P.1 Gamma, quando comparamos as mesmas amostras usando as linhagens originais de SARS-CoV-2.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Ent\u00e3o a vacina n\u00e3o funciona, e isto que voc\u00eas est\u00e3o me dizendo?<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>Calma l\u00e1! Longe disso\u2026 Estamos dizendo que uma das defesas estimuladas por esta vacina, tanto quanto por infec\u00e7\u00e3o natural de linhagens \u201coriginais\u201d &#8211; que \u00e9 a produ\u00e7\u00e3o de anticorpos neutralizantes &#8211; diminui sua capacidade de nos defender quando encontra a P.1 Gamma pela frente.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas h\u00e1 um por\u00e9m, vamos a eles\u2026<\/p>\n\n\n\n<p>Primeiramente, os anticorpos neutralizantes n\u00e3o s\u00e3o a \u00fanica defesa do nosso sistema imune. Existem outras defesas, como a <a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/covid-19\/imunidade-celular-um-exercito-de-soldados-invisiveis\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">imunidade celular<\/a>, que tamb\u00e9m atuam no combate \u00e0 infec\u00e7\u00e3o. E a imunidade celular n\u00e3o foi testada e analisada nesta pesquisa!<\/p>\n\n\n\n<p>Em segundo lugar, diminuir a capacidade de anticorpos neutralizantes n\u00e3o \u00e9 \u201cn\u00e3o ter a\u00e7\u00e3o alguma de anticorpos neutralizantes\u201d. \u00c9, como a palavra diz: <strong>diminuir<\/strong>. Al\u00e9m disso, os anticorpos podem atuar por outros meios que n\u00e3o a neutraliza\u00e7\u00e3o, como a indu\u00e7\u00e3o de fagocitose de part\u00edculas virais recobertas de anticorpo e a indu\u00e7\u00e3o de morte celular em c\u00e9lulas infectadas. Isto \u00e9, existe resposta imune produzida pelo nosso corpo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>E as outras vacinas?<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Outros grupos de pesquisa, em outros pa\u00edses, t\u00eam realizado testes semelhantes em rela\u00e7\u00e3o aos diferentes tipos de vacinas que temos dispon\u00edveis atualmente, frente \u00e0s diferentes variantes de SARS-CoV-2. E temos observado que algumas variantes tem maior capacidade de escape de anticorpos do que outras. Vamos detalhar este tema em um pr\u00f3ximo texto, aguarde!<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Enquanto isso,&nbsp;<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>\u00c9 fundamental este tipo de pesquisa ser feita e ser divulgada, sempre! Tal como \u00e9 sempre fundamental apontar que sua divulga\u00e7\u00e3o precisa ser feita com cautela e sem alarmismos. Precisamos compreender a a\u00e7\u00e3o das vacinas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s novas variantes e, sim, pode ser que em algum momento existam escapes das variantes. As vacinas precisam (e provavelmente precisar\u00e3o) ser \u201catualizadas\u201d para conseguir nos defender das variantes que forem surgindo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-pale-pink-background-color has-text-color has-background\">Por isso, claro, vacinar \u00e9 FUNDAMENTAL, n\u00e3o escolher vacina \u00e9 primordial &#8211; lembrando que a vacina\u00e7\u00e3o \u00e9 um fen\u00f4meno de <strong>massa<\/strong> e, mais importante do que isto, precisamos seguir protocolos e medidas de seguran\u00e7a mesmo depois de vacinados! Quais medidas? Uso de m\u00e1scara, distanciamento social, higieniza\u00e7\u00e3o das m\u00e3os, diminuir ao m\u00e1ximo a circula\u00e7\u00e3o, especialmente em locais n\u00e3o ventilados! <\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Por fim,<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>\u00c9 um texto trocando em mi\u00fados os resultados que voc\u00eas querem? Pois esperem que vamos fazer tamb\u00e9m! Este artigo vai ter v\u00e1rias postagens sobre: metodologia, obten\u00e7\u00e3o de resultados, an\u00e1lises e pondera\u00e7\u00f5es! Mas \u00e9 claro que n\u00e3o pod\u00edamos deixar passar o tempo e precis\u00e1vamos conversar com voc\u00eas sobre os resultados hoje mesmo!<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Para Saber Mais<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Estudo de refer\u00eancia:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Souza, Willian \u2026 Modena, Jos\u00e9 Luiz (2021) <a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1016\/S2666-5247(21)00129-4\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Neutralisation of SARS-CoV-2 lineage P.1 by antibodies elicited through natural SARS-CoV-2 infection or vaccination with an inactivated SARS-CoV-2 vaccine: an immunological study<\/a> <strong>The Lancet Microbe<\/strong>, 08 de Julho de 2021.<\/p>\n\n\n\n<p>Primeiro texto feito sobre este estudo:<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/covid-19\/p-1-e-a-coronavac-e-verdade-que-nao-precisa-mais-vacinar-spoiler-precisa-sim\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P.1 e a CoronaVac: \u00e9 verdade que n\u00e3o precisa mais vacinar? (Spoiler, precisa sim!)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Outras refer\u00eancias<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/covid-19\/o-que-sao-anticorpos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">O Que s\u00e3o Anticorpos?<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.historyofvaccines.org\/\">Hist\u00f3ria das vacinas (em ingl\u00eas)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/covid-19\/imunidade-celular-um-exercito-de-soldados-invisiveis\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Imunidade Celular: um ex\u00e9rcito de soldados invis\u00edveis<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/covid-19\/e-aqueles-resultados-das-vacinas-parte-2-memoria-imunologica\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">E aqueles resultados das vacinas? \u2013 Parte 2: Mem\u00f3ria Imunol\u00f3gica<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/threadreaderapp.com\/thread\/1412899706208927750.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Estudo sobre a CORONAVAC no Chile<\/a> (Texto de <a href=\"https:\/\/twitter.com\/mellziland\">Mellanie Fontes-Dutra<\/a>)<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Este texto foi escrito originalmente no blog <a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/emrc\/2021\/07\/09\/anticorpos-neutralizantes-e-a-variante-p-1-gamma\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">EMRC<\/a><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/covid-19\/wp-content\/uploads\/sites\/251\/elementor\/thumbs\/logo_-onj4s5m6vf0hml07f9yn7c6a77kn5fk3fpbt3dhc00.png\" alt=\"logo_\" title=\"logo_\" \/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Os argumentos expressos nos posts deste especial s\u00e3o dos pesquisadores. Dessa forma, os textos foram produzidos a partir de campos de pesquisa cient\u00edfica e atua\u00e7\u00e3o profissional dos pesquisadores e foi revisado por pares da mesma \u00e1rea t\u00e9cnica-cient\u00edfica da Unicamp. Assim, n\u00e3o, necessariamente, representam a vis\u00e3o da Unicamp e essas opini\u00f5es n\u00e3o substituem conselhos m\u00e9dicos.<\/h4>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/covid-19\/editorial\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><br>editorial<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Texto escrito por Mariene Amorim, Ana de Medeiros Arnt, Marcelo Mori, Alessandro Farias e Jos\u00e9 Luiz Proen\u00e7a-Modena Hoje n\u00f3s vamos falar sobre um estudo que saiu quentinho do forno de pesquisadores aqui da UNICAMP! Como \u00e9 um tema dif\u00edcil e cheio de nuances, vamos come\u00e7ar aos poucos. Primeiro falaremos de conceitos do estudo. 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