{"id":3902,"date":"2022-03-03T16:01:27","date_gmt":"2022-03-03T19:01:27","guid":{"rendered":"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/covid-19\/?p=3503"},"modified":"2022-03-03T16:01:27","modified_gmt":"2022-03-03T19:01:27","slug":"vacinacao-transmissao-e-variantes-o-que-aprendemos-nesse-um-ano","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/clorofreela.com.br\/revistablogs\/2022\/03\/03\/vacinacao-transmissao-e-variantes-o-que-aprendemos-nesse-um-ano\/","title":{"rendered":"Vacina\u00e7\u00e3o, Transmiss\u00e3o e Variantes: o que aprendemos nesse um ano?"},"content":{"rendered":"\n<p>Por meses e meses, o que mais t\u00ednhamos em nossas mentes quando o assunto Pandemia vinha \u00e0 tona eram perguntas e mais perguntas.\u00a0Por exemplo, o v\u00edrus \u00e9 mortal? Como sei que estou infectado? H\u00e1 uma cura? Quanto tempo ser\u00e1 de <em>lockdown<\/em>? Preciso usar m\u00e1scara e \u00e1lcool em gel? Quando vai haver uma vacina? Tem algum rem\u00e9dio? Como as vacinas funcionam? Quanto tempo dura a prote\u00e7\u00e3o gerada por elas? E as variantes? Posso me infectar e transmitir mesmo vacinado? Como acontece a transmiss\u00e3o?<\/p>\n\n\n\n<p>M\u00eas a m\u00eas, pesquisa ap\u00f3s pesquisa, fomos aprendendo e descobrindo um pouco mais sobre o SARS-CoV-2, a COVID-19, as variantes e as vacinas.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas ainda assim, duas perguntas ressoavam no fundo de nossas mentes, nos fazendo repeti-las a cada nova descoberta: por quanto tempo a imunidade das vacinas dura e, mesmo vacinado, ainda posso infectar novas pessoas?<\/p>\n\n\n\n<p>Bem, logo de cara posso lhes dizer que ainda n\u00e3o temos certeza de quanto tempo a imunidade total das vacinas dura em nosso corpo. Temos algumas no\u00e7\u00f5es, v\u00e1rios estudos avaliando o n\u00famero de anticorpos, com muitas pesquisas mostrando a redu\u00e7\u00e3o dos anticorpos ap\u00f3s v\u00e1rios meses (o que \u00e9 algo totalmente normal olhando do ponto de vista imunol\u00f3gico), mas ainda um baixo n\u00famero de artigos avaliando a resposta imune celular, isso \u00e9, a por\u00e7\u00e3o do nosso sistema imune que nos defende utilizando c\u00e9lulas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Entretanto, quanto ao impacto das vacinas na transmiss\u00e3o, temos cada vez mais informa\u00e7\u00f5es que nos auxiliam em montar um panorama geral sobre esse assunto. E \u00e9 sobre isso que vamos falar aqui hoje.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que se sabe at\u00e9 o momento sobre a influ\u00eancia das vacinas na transmiss\u00e3o da COVID-19?<\/h2>\n\n\n\n<p>Pouco tempo ap\u00f3s as primeiras campanhas de vacina\u00e7\u00e3o ao redor do mundo terem come\u00e7ado, os primeiros estudos avaliando sua capacidade de reduzir os sintomas da COVID-19, hospitaliza\u00e7\u00f5es e mortes eram publicados. Nessa \u00e9poca, muitos desses estudos chegavam a comentar sobre a possibilidade das vacinas estarem reduzindo a transmiss\u00e3o do SARS-CoV-2 entre as pessoas. Contudo, esses primeiros estudos n\u00e3o focaram em avaliar exatamente a transmiss\u00e3o entre as pessoas. Por causa disso, muitas dessas suposi\u00e7\u00f5es sobre o impacto na transmiss\u00e3o ficavam no campo das ideias.<\/p>\n\n\n\n<p>Entretanto, j\u00e1 passou um ano de vacina\u00e7\u00e3o mundo afora. Assim, v\u00e1rios estudos foram feitos focando especificamente no impacto da vacina\u00e7\u00e3o na transmiss\u00e3o, avaliando e mostrando efeitos bem positivos. Tudo isso reafirma a necessidade do uso de vacinas (mas n\u00e3o exclusivamente o uso delas) para se chegar ao fim da pandemia.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Entre muitas coisas, esses s\u00e3o os principais pontos que sabemos no momento:<\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>As vacinas reduzem a infec\u00e7\u00e3o inicial causada pelo SARS-CoV-2. Isto \u00e9, os sintomas sentidos por uma pessoa totalmente vacinada infectada tendem a ser mais leves, do que em uma pessoa n\u00e3o vacinada infectada;<\/li><li>O tempo levado pelo v\u00edrus para gerar uma c\u00f3pia de si mesmo dentro das nossas c\u00e9lulas (chamado de tempo de replica\u00e7\u00e3o) \u00e9 menor em pessoas totalmente vacinadas que se infectaram. Isto quando comparado com pessoas n\u00e3o vacinadas infectadas. Consequentemente, a quantidade de v\u00edrus no organismo (a carga viral) de uma pessoa totalmente vacinada infectada \u00e9 menor;<\/li><li>Pessoas totalmente vacinadas infectadas emitem uma quantidade menor de part\u00edculas virais atrav\u00e9s de tosse, espirro ou mesmo a fala. Al\u00e9m disso, as part\u00edculas virais emitidas por essas pessoas t\u00eam uma infecciosidade menor.&nbsp;<ul><li>Em outras palavras, uma pessoa totalmente vacinada e que foi infectada joga para fora do seu corpo uma quantidade menor de v\u00edrus, e esses v\u00edrus t\u00eam tamb\u00e9m uma menor capacidade de infectar outra pessoa;<\/li><\/ul><\/li><li>Pessoas totalmente vacinadas que foram infectadas pelo SARS-CoV-2 conseguem limpar o v\u00edrus do seu corpo mais rapidamente. Isto \u00e9, o sistema imune desses indiv\u00edduos \u00e9 mais eficiente em matar os v\u00edrus e as c\u00e9lulas infectadas por ele, em um intervalo de tempo menor.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Ok, em um grande resumo, o que isso quer dizer?&nbsp;<\/h2>\n\n\n\n<p>Todos esses dados nos mostram que vacinas foram e s\u00e3o capazes de reduzir o tempo que o v\u00edrus fica dentro de nosso corpo, a partir de v\u00e1rias formas que \u00e9 REDUZINDO:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>a multiplica\u00e7\u00e3o do v\u00edrus;<\/li><li>a sua emiss\u00e3o;<\/li><li>o tempo que o v\u00edrus fica dentro do corpo;<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Assim sendo, de forma indireta, \u00e9 poss\u00edvel dizer que as vacinas impactam e reduzem sim a transmiss\u00e3o do SARS-CoV-2 em pessoas totalmente vacinadas.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">E se voc\u00ea chegou aqui e ainda tem d\u00favidas sobre isso, vamos pensar o seguinte:\u00a0<\/h4>\n\n\n\n<p>\u201cSe uma pessoa com COVID-19 t\u00eam menos v\u00edrus dentro do corpo (por esse n\u00e3o estar conseguindo se multiplicar rapidamente), tal pessoa emite menos v\u00edrus para o ambiente ao seu redor (por tossir e espirrar menos, por exemplo) e fica menos tempo com o v\u00edrus dentro do corpo (por seu sistema imune estar matando o v\u00edrus e as c\u00e9lulas infectadas mais r\u00e1pido). Assim, essa pessoa tem uma chance menor de transmitir o v\u00edrus para outros indiv\u00edduos, quando comparada com um indiv\u00edduo que se infectou sem estar vacinado.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Aqui \u00e9 o momento em que fa\u00e7o algumas ressalvas. Note bem a palavra que foi usada anteriormente: indiv\u00edduos vacinados t\u00eam uma chance <strong>MENOR<\/strong> de transmitir para outras pessoas. Isso n\u00e3o quer dizer que, se voc\u00ea foi vacinado com duas ou tr\u00eas doses, voc\u00ea n\u00e3o ter\u00e1 chance alguma de pegar e transmitir o SARS-CoV-2.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, uma segunda ressalva que devo fazer aqui \u00e9 sobre esses mesmos estudos que citei: as pesquisas mais completas avaliaram a transmiss\u00e3o de pessoa para pessoa em contatos domiciliares, e n\u00e3o em grandes ambientes abertos ou com grandes aglomera\u00e7\u00f5es. Para essas situa\u00e7\u00f5es, novamente, ainda \u00e9 estritamente necess\u00e1rio que n\u00f3s continuemos a utilizar medidas n\u00e3o farmacol\u00f3gicas, como o uso de m\u00e1scaras e de distanciamento social, em ambientes fechados ou com grandes quantidade de pessoas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"has-text-align-center has-accent-background-color has-background wp-block-heading\">O grande ponto da discuss\u00e3o aqui \u00e9: uma pessoa com o esquema vacinal completo tem uma menor <strong>PROBABILIDADE<\/strong> de conseguir transmitir o v\u00edrus para outra pessoa. As vacinas n\u00e3o param a transmiss\u00e3o, mas sim reduzem esta.<\/h4>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, como tem se falado muito, as vacinas tamb\u00e9m garantem outras vantagens como:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>A redu\u00e7\u00e3o da chance de desenvolver doen\u00e7a grave, hospitaliza\u00e7\u00e3o e morte por COVID-19;<\/li><li>A intensidade dos sintomas sentidos ap\u00f3s o fim da COVID-19 de longa dura\u00e7\u00e3o (que tamb\u00e9m t\u00eam sido chamadas de Sequelas P\u00f3s-COVID)<\/li><li>E tamb\u00e9m mas n\u00e3o menos importante, a frequ\u00eancia que variantes de preocupa\u00e7\u00e3o surgem;<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">U\u00e9, mas ouvi dizer que as vacinas ajudam no surgimento de novas variantes<\/h2>\n\n\n\n<p>Pois bem, j\u00e1 vou dar a resposta mais simples, curta e direta para esse tipo de boato que foi veiculado recentemente: <strong>N\u00e3o. Vacinas n\u00e3o ajudam no surgimento de novas variantes. Ponto.&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Agora que j\u00e1 deixamos isso certo, vem entender melhor comigo o motivo.<\/h3>\n\n\n\n<p>Durante uma infec\u00e7\u00e3o, seja por um v\u00edrus, bact\u00e9ria, fungo, ou qualquer outro parasita, nosso corpo trava um cabo de guerra: nosso sistema imune contra o parasita em quest\u00e3o (no caso, o SARS-CoV-2). Para fugir das diversas defesas que o sistema imune possui, os v\u00edrus possuem utilizam de sua maior arma: sua alta capacidade de muta\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A muta\u00e7\u00e3o \u00e9 nada menos que uma troca em alguma das bases nitrogenadas (as famosas \u201cletrinhas\u201d) no material gen\u00e9tico, durante o processo de replica\u00e7\u00e3o. Entretanto, esse processo \u00e9 caro, pois somente poucas muta\u00e7\u00f5es ser\u00e3o ben\u00e9ficas, enquanto que a grande maioria das muta\u00e7\u00f5es que surgirem ir\u00e3o ser, de alguma forma, ruins para o organismo em quest\u00e3o (no caso, o v\u00edrus).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O modo de se contornar esse problema \u00e9 relativamente simples: infectando mais pessoas, ou, em outras palavras, se transmitindo mais. Quanto mais pessoas s\u00e3o infectadas (alta transmissibilidade), mais v\u00edrus s\u00e3o mutados, e maior \u00e9 a chance de aparecer uma muta\u00e7\u00e3o que seja boa para ele (e, consequentemente, ruim para n\u00f3s). Quando uma muta\u00e7\u00e3o boa aparece, esse v\u00edrus consegue se transmitir mais f\u00e1cil, infectar mais pessoas, ganhar mais muta\u00e7\u00f5es, e isso acaba se tornando um ciclo eterno.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Dessa forma, surge a pergunta: como reduzir o n\u00famero de muta\u00e7\u00f5es?<\/h2>\n\n\n\n<p>E a resposta mais simples (que, a prop\u00f3sito, j\u00e1 temos falado h\u00e1 bastante tempo) \u00e9: reduzindo a transmiss\u00e3o do v\u00edrus entre as pessoas. Para isso, precisamos utilizar tanto medidas farmacol\u00f3gicas quanto n\u00e3o farmacol\u00f3gicas. Por isso a import\u00e2ncia do uso combinado de m\u00e1scaras, \u00e1lcool em gel, distanciamento social E vacinas. As tr\u00eas primeiras medidas v\u00e3o atuar logo no come\u00e7o de uma cascata de eventos (citada logo mais), enquanto a vacina atua a partir do meio dela. A seguir exemplificamos como todas essas medidas auxiliam na redu\u00e7\u00e3o da transmiss\u00e3o e, consequentemente, reduzem o surgimento de novas variantes.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Vacina\u00e7\u00e3o em massa e uso de medidas n\u00e3o farmacol\u00f3gicas \u2192 Menos pessoas se infectando \u2192 pessoas que foram infectadas tendo um tempo de infec\u00e7\u00e3o menor \u2192 Com o tempo de infec\u00e7\u00e3o menor, o v\u00edrus fica menos tempo no corpo do indiv\u00edduo&nbsp; \u2192 Quanto menor o tempo que o v\u00edrus fica no corpo do indiv\u00edduo, menor a quantidade de v\u00edrus se multiplicando ali \u2192 Quanto menor a quantidade de v\u00edrus se multiplicando, menor a quantidade de muta\u00e7\u00f5es aparecendo \u2192 Quanto menor a quantidade de muta\u00e7\u00f5es aparecendo, menor a chance de surgir uma variante mais transmiss\u00edvel.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Finalizando<\/h2>\n\n\n\n<p>O ponto central aqui \u00e9 mostrar que somente uma medida (como a vacina\u00e7\u00e3o de parte da popula\u00e7\u00e3o), n\u00e3o ser\u00e1 o suficiente para acabarmos com a pandemia. Se quisermos que ela realmente chegue ao fim, precisamos todos fazer um esfor\u00e7o em conjunto para reduzir a transmiss\u00e3o do v\u00edrus, com a vacina\u00e7\u00e3o de TODA a popula\u00e7\u00e3o global, aliado ao uso de m\u00e1scara, distanciamento social e &#8211; quando necess\u00e1rio &#8211; quarentena. Somente assim seremos capazes de diminuir o surgimento de novas variantes e superar a pandemia de uma vez por todas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Para saber mais:<\/h2>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Kissler, SM, Fauver, JR, Mack, C, Tai, CG, Breban, MI, Watkins, AE, &#8230; &amp; Grad, YH (2021) <a href=\"https:\/\/www.nejm.org\/doi\/full\/10.1056\/NEJMc2102507\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Viral dynamics of SARS-CoV-2 variants in vaccinated and unvaccinated persons<\/a>, <em>New England Journal of Medicine<\/em>, <em>385<\/em>(26), 2489-2491.<\/li><li>Heitmann, JS, Bilich, T, Tandler, C, Nelde, A, Maringer, Y, Marconato, M, &#8230; &amp; Walz, JS (2021) <a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41586-021-04232-5\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">A COVID-19 peptide vaccine for the induction of SARS-CoV-2 T cell immunity<\/a>, <em>Nature<\/em>, 1-9.<\/li><li>Lowe, D (2021) <a href=\"https:\/\/www.science.org\/content\/blog-post\/vaccines-will-not-produce-worse-variants\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Vaccines Will Not Produce Worse Variants<\/a> <em>Science<\/em>.<strong>\u00a0<\/strong><\/li><li>Mostaghimi, D, Valdez, CN, Larson, HT, Kalinich, CC, &amp; Iwasaki, A (2021) <a href=\"https:\/\/www.sciencedirect.com\/science\/article\/pii\/S1473309921004722?dgcid=author#bib63\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Prevention of host-to-host transmission by SARS-CoV-2 vaccines<\/a>, <em>The Lancet Infectious Diseases<\/em>.<\/li><li>Mlcochova, P, Kemp, SA, Dhar, MS, Papa, G, Meng, B, Ferreira, IA, &#8230; &amp; Gupta, R. K (2021) SARS-CoV-2 B.1.617.2 <a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41586-021-03944-y\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Delta variant replication and immune evasion<\/a>, <em>Nature<\/em>, <em>599<\/em>(7883), 114-119.<\/li><li>Kupferschmidt, K (2021) <a href=\"https:\/\/www.science.org\/content\/article\/new-sars-cov-2-variants-have-changed-pandemic-what-will-virus-do-next\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Evolving threat<\/a>, <em>Science<\/em>.\u00a0<\/li><li>Roberts, M (2021) <a href=\"https:\/\/www.bbc.com\/news\/health-59077036\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Covid: Double vaccinated can still spread virus at home<\/a>, <em>BBC<\/em>.\u00a0<\/li><li>O\u2019Hare, R (2021) <a href=\"https:\/\/www.imperial.ac.uk\/news\/231557\/covid-vaccines-effective-household-transmission-delta\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">COVID vaccines effective but household transmission of delta a risk for 1 in 4<\/a>, <em>Imperial College London<\/em>.\u00a0<\/li><li>Singanayagam, A, Hakki, S, Dunning, J, Madon, KJ, Crone, MA, Koycheva, A, &#8230; &amp; Lackenby, A (2021) <a href=\"https:\/\/www.thelancet.com\/journals\/laninf\/article\/PIIS1473-3099(21)00648-4\/fulltext\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Community transmission and viral load kinetics of the SARS-CoV-2 delta (B.1.617.2) variant in vaccinated and unvaccinated individuals in the UK: a prospective, longitudinal, cohort study<\/a>, <em>The Lancet Infectious Diseases<\/em>.<\/li><li>Alford, J (2021) <a href=\"https:\/\/www.imperial.ac.uk\/news\/227713\/coronavirus-infections-three-times-lower-double\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Coronavirus infections three times lower in double vaccinated people &#8211; REACT<\/a>, <em>Imperial College London<\/em>.\u00a0<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Outros Materiais:<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Mellanie Fontes-Dutra<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/twitter.com\/mellziland\/status\/1438173975234945028\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Vacinas impactam na transmiss\u00e3o<\/a>;<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/twitter.com\/mellziland\/status\/1440448054780252169\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Vacinas podem produzir variantes mais resistentes? N\u00e3o!<\/a>;\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/twitter.com\/mellziland\/status\/1442915700524290050\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Dados de Harvard (NBA) com tempo menor de transmiss\u00e3o e recupera\u00e7\u00e3o mais r\u00e1pida da infec\u00e7\u00e3o entre vacinados x n\u00e3o vacinados<\/a>;\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/twitter.com\/mellziland\/status\/1443598114586247169\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Vacina\u00e7\u00e3o reduz transmiss\u00e3o de delta e individuos vacinados transmitem menos<\/a>;\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/twitter.com\/mellziland\/status\/1454108808364634121\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Totalmente vacinados contrair e transmitir COVID-19 em casa, mas em taxas MUITO MENORES do que indiv\u00edduos n\u00e3o-vacinados e as vacinas reduzem o risco de infec\u00e7\u00e3o pela variante #Delta e acelera a depura\u00e7\u00e3o viral<\/a>;\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/twitter.com\/mellziland\/status\/1425131284322557962\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Dados REACT-1 Imperial College London prote\u00e7\u00e3o vacinados (delta) e possivel redu\u00e7\u00e3o da transmiss\u00e3o em vacinados (medidas seguem sendo necess\u00e1rias enquanto transmiss\u00e3o for elevada)<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>Este texto foi escrito originalmente para o <a href=\"http:\/\/www.blogs.unicamp.br\/covid-19\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Especial COVID-19<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.blogs.unicamp.br\/covid-19\/wp-content\/uploads\/sites\/251\/elementor\/thumbs\/logo_-onj4s5m6vf0hml07f9yn7c6a77kn5fk3fpbt3dhc00.png\" alt=\"logo_\" title=\"logo_\" \/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Os argumentos expressos nos posts deste especial s\u00e3o dos pesquisadores. Dessa forma, produziu-se<\/strong> <strong>textos produzidos a partir de campos de pesquisa cient\u00edfica e atua\u00e7\u00e3o profissional dos pesquisadores<\/strong>. <strong>Al\u00e9m disso, a revis\u00e3o por pares aconteceu por pesquisadores da mesma \u00e1rea t\u00e9cnica-cient\u00edfica da Unicamp. Assim, n\u00e3o, necessariamente, representam a vis\u00e3o da Unicamp e essas opini\u00f5es n\u00e3o substituem conselhos m\u00e9dicos.<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por meses e meses, o que mais t\u00ednhamos em nossas mentes quando o assunto Pandemia vinha \u00e0 tona eram perguntas e mais perguntas.\u00a0Por exemplo, o v\u00edrus \u00e9 mortal? Como sei que estou infectado? H\u00e1 uma cura? Quanto tempo ser\u00e1 de lockdown? Preciso usar m\u00e1scara e \u00e1lcool em gel? Quando vai haver uma vacina? 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