Em comemoração ao dia internacional da mulher nada mais justo do que dedicar esse post a uma mulher muito especial para esse blog, a mãe da bioinformática, aquela que deu o pontapé inicial para o desenvolvimento da área que hoje trabalhamos e mais do que isso, a uma mulher que, além de tudo, incentivou ao máximo a presença de mulheres no mundo acadêmico, estamos falando aqui da Dr. Margaret Dayhoff. A Dr. Dayhoff, professora da universidade de Georgetown, foi a bioquímica responsável por introduzir a computação em pesquisas biológicas na década de 60, e como ponto de partida, ela transformou a forma de representar proteínas, criando o código de uma única letra do alfabeto para cada aminoácido. Além disso, ela foi a responsável por desenvolver a análise de comparação entre espécies com as sequências identificadas, e com o passar dos anos, criou o primeiro banco de dados para armazenar sequencias biológicas. Ela foi simplesmente incrível, vocês não concordam? Imagina só, se hoje já encaramos algumas dificuldades por entrarmos num mundo majoritariamente masculino, o que ela não deve ter passado para conseguir criar e recriar a forma de encarar esse novo mundo.
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Desde tempos muito antigos, a humanidade está em busca da fonte da juventude. E até hoje, nada de definitivo foi encontrado. Mesmo assim, muitas pessoas tem apostado no uso de antioxidantes (em cápsulas ou cremes) para tentar desacelerar o processo de envelhecimento. E vocês sabem por quê? Seria esse o tão sonhado elixir da juventude?


Tão em pauta nos dias de hoje, a ideia de se trabalhar gênero e sexualidade nas escolas tem gerado polêmica e muita confusão em diferentes espaços sociais. Por um lado, há quem defenda que abordar gênero e sexualidade na escola é incentivar práticas “imorais”. Isto se contraporia ao que deveria ser obrigação somente das famílias destas crianças e adolescentes. Por outro lado, há um longo debate que aponta a necessidade de isto ser uma política pública escolar. Isto se daria em função das questões de saúde, violência e intolerância em relação aos diferentes modos de viver e existir em nossa sociedade. Será que existe mesmo a necessidade de falarmos disso em nossa sociedade e, em especial, na escola?



O final de ano é um período caracterizado por vários eventos sociais, encontros e confraternizações. Afinal, trata-se do encerramento de mais um ano, é hora de comemorar as conquistas, contabilizar os erros e os acertos, e acreditar que coisas boas virão no próximo ano. Na maioria dos casos, se não em todos, esses eventos e festividades são associados a muita comida e bebida. As pessoas comem e bebem como se não houvesse amanhã. Mas, o amanhã chega… E muitas vezes acompanhado das consequências desses excessos como: a culpa e o arrependimento de ter comido e bebido em grande quantidade, a frustração de ter saído da “dieta”, além de sintomas físicos como má digestão, dor abdominal, disfunção intestinal, inchaços, dor de cabeça, ganho de peso, entre outros.
Em toda família existe babado e confusão, não é verdade? Mas vocês não imaginam a confusão que existe na “família” dos Citros. E quando eu falo em família aqui, não estou falando de classificação botânica ou de conjuntos de gêneros não! Estou falando é de pais, irmãos e primos!! Isso mesmo, assim como nós, as frutas cítricas também possuem uma árvore genealógica, com descendentes e antepassados de várias gerações. Tenho certeza que vocês já viram algum anúncio de laranja Ponkan no mercado ou na feira. É muito comum os comerciantes confundirem os tipos diferentes de citros. O que algumas pessoas chamam de Ponkan é na verdade uma tangerina e não uma laranja. Mas apesar de menos popular, a tangerina é uma fruta bem mais antiga que a laranja. E digo mais, ela é na verdade a “mãe” da laranja, que por sua vez é “mãe” do pomelo e “tia” do limão.