Estudos de caso

Compilação dos estudos de caso que este Guia dTeach.org traz, para consulta rápida:

Singapura: a cidade mais inteligente do mundo

Todos os anos, o Observatório das Cidades Inteligentes (Smart Cities Observatory, em inglês) divulga um ranking das cidades mais inteligentes do mundo. A metodologia baseia-se em pesquisas com os habitantes de 118 cidades, onde os habitantes das cidades dizem o quanto a tecnologia de suas cidades está ajudando a melhorar a qualidade de vida dos cidadãos. A coleta da opinião dos habitantes é feita online e avaliada por uma equipe de pesquisadores do Observatório das Cidades Inteligentes. No último ranking, publicado em 2021, a cidade-estado de Singapura, ao sul da Malásia, foi considera a cidade mais inteligente do mundo. 

Neste vídeo, é possível entender algumas razões para Singapura estar no topo da lista das cidades mais inteligentes do mundo:

Ao mesmo tempo em que Singapura é considerada a cidade mais inteligente do mundo, ela também tornou-se a cidade mais cara para se viver em todo o planeta. Viver em Singapura é tão caro que muitas pessoas trabalham na cidade, mas precisam viver em subúrbios afastados ou até mesmo no país vizinho, a Malásia, deslocando-se diariamente para trabalhar na cidade-estado. O pesquisador e escrito bielorusso, Evgeny Morozov, autor do livro “As cidades inteligentes”, associa várias práticas de implementação de tecnologias para cidades inteligentes com a gentrificação, mostrando como esse modelo atrai grandes empresas de tecnologia, amplia o turismo, mas ao mesmo tempo encarece o custo de vida, fazendo com que, a exemplo de Singapura, a população local precise migrar para os subúrbios das cidades.

Veja AQUI entrevista de Evgeny Morozov sobre os desafios por trás das cidades inteligentes.

Se o conceito de cidade inteligente estiver conectado com cidades caras para se viver, isso já coloca em cheque a sustentabilidade de tal modelo. Se ele criar exclusões e desigualdades, não pode ser considerado sustentável, uma vez que sustentabilidade está aliada ao princípio do equilíbrio entre os pilares economico, social e ambiental. Ou seja, se uma cidade inteligente contribui para a eficiência do uso dos recursos economicos da cidade, utilizando menos recursos naturais, mas impactando negativamente na qualidade de vida das pessoas, esse tripé da sustentabilidade é quebrado.

Além disso, o alto uso de tecnologias para o monitoramento da cidade e para políticas de segurança fez com que as pessoas em Singapura tenham suas liberdades individuais ameaçadas. Por exemplo, na cidade, há robôs policiais que aplicam multas a pessoas que cometem “crimes”, como mascar chicletes. Ou seja, as pessoas passam a viver com a sensação de terem suas vidas monitoradas a todo o tempo, sem espaço para a privacidade ou mesmo a proteção de seus dados. É como viver diariamente dentro de um “Big Brother”.   

A tendência dos carros compartilhados

Muita gente tem ou já teve o sonho do carro próprio. Se, por um lado, o carro particular traz a sensação de independência e rapidez nos deslocamentos, por outro, a falta de uma boa infraestrutura para transportes públicos ou não motorizados, como bicicletas e mobilidade a pé, levou as cidades e se verem entupidas de carros. Muitos desses carros são usados poucas vezes ao dia e passam a maior parte do tempo parados, ocupando espaços que, muitas vezes, são públicos. Isso torna as cidades congestionadas, inacessíveis e com uma grande ocupação de espaços que poderiam ser mais úteis à população se fossem utilizados de outras maneiras, como praças, parques ou mesmo creches, postos de saúde e escolas. 

Por isso, quando se fala em mobilidade urbana em cidades sustentáveis e inteligentes, a palavra de ordem é: compartilhamento. Já imaginou usar um carro que você desbloqueia por aplicativo, faz o trajeto necessário, estaciona e o mesmo carro segue disponível para outros usuários ao longo do dia? Por exemplo, um carro que é usado por dez pessoas diferentes em um dia, representa nove carros a menos circulando ou estacionados pela cidade. Estima-se que o aumento do uso de veículos compartilhados pode reduzir em até 30% o número de carros em circulação ou em estacionamentos, como mostra essa matéria

Confira uma reportagem que explica mais profundamente o funcionamento de plataformas de carros compartilhados:

O compartilhamento, não somente de carros, pode tornar a mobilidade urbana mais eficiente e, consequentemente, menos estressante e mais saudável às populações. No entanto, é preciso tomar cuidado com os discursos que sempre apresentam os carros como soluções. Carros compartilhados, carros elétricos e, quem sabe, num futuro próximo, carros voadores.

Os carros, mesmo que compartilhados e com matrizes energéticas mais eficientes e menos poluentes, continuam sendo carros; ou seja, continuam a ocupar um espaço significativo das cidades que poderiam ser usados de formais mais inteligentes e eficientes. No discurso da mobilidade urbana sustentável, uma palavra central é “intermodalidade”, ou seja, permitir que os habitantes de uma cidade possam se locomover utilizando diferentes formas de deslocamento. Por exemplo, uma pessoa que trabalha a 20km de sua casa pode ir pedalando até a estação de trem mais próxima, seguir viagem no trem e completar o trajeto com uma caminhada em calçadas amplas e acessíveis.

Para isso, é necessário investimentos públicos em infraestrutura, criando sistemas de compartilhamentos, calçadas largas e acessíveis, corredores de ônibus, vias exclusivas e estacionamentos para bicicletas, etc. Ainda que esse seja um discurso já abordado muito antes do conceito de cidades inteligentes e sustentáveis, é importante ressaltar que muitas vezes as soluções para a mobilidade não estão somente baseadas em altas tecnologias, mas também em retomar debates e discursos que já foram levantados há mais de 50 anos. Por exemplo, o arquiteto e urbanista dinamarquês Jan Gehl, conhecido por sua obra Cidades para as Pessoas, é considerado um dos responsáveis por Copenhague, capital da Dinamarca, ter se tornado uma das cidades mais humanas e com melhor mobilidade do mundo. O arquiteto e urbanista percebeu, observando a dinâmica do fluxo de pessoas em Copenhague, que o que traz qualidade de vida aos habitantes é propiciar espaços onde eles possam circular ao ar livre, caminhar, pedalar, sentar e desfrutar da cidade em vez de ficarem presos em seus carros. Por isso, há 40 anos ele propôs uma reurbanização da capital dinamarquesa com ruas exclusivas para pedestres e bicicletas integradas a áreas verdes, que ele denominou de “cidades para as pessoas”, que significa planejar a cidade a partir da perspectiva humana e não no benefício aos veículos motorizados, por exemplo. O modelo, além de melhorar a qualidade de vida das pessoas, que passaram a se locomover mais a pé ou de bicicleta, também foi benéfico ao comércio local, já que ao caminhar, as pessoas observam com muito mais calma as lojas e acabam frequentando mais estes espaços comerciais. 

Confira essa entrevista com Jan Gehl em passagem pelo Brasil:

A Alimentação do Futuro

Como será o alimento que comemos daqui a 30 anos? Não precisamos ir tão longe na linha do tempo. Nesse exato momento, já há centros de pesquisas, governos e empresas investindo fortemente em pensar e em produzir alimentos considerados tecnológicos e conectados com as tendências e demandas do futuro. Um exemplo são os alimentos à base de plantas que “copiam” as carnes. Hambúrgueres, salsichas e similares com aparência de carne, gosto de carne, mas feitos à base de proteínas como soja, ervilha e grão de bico.

Soma-se a essa tendência outros conceitos, como estufas ultra-tecnológicas para a produção de alimentos em larga escala e em pouco espaço, além de sistemas de compras e distribuição de alimentos com o uso de ferramentas tecnológicas.

 Essa matéria conta com mais detalhes as tendências da comida do futuro:

Um dos desafios ao se pensar na alimentação do futuro é a aposta em muita tecnologia, além de se manter o pensamento tradicional dos alimentos industrializados e ultra-processados. Os próprios alimentos com proteínas à base de plantas, por exemplo, são vendidos como salvadores do futuro do planeta, mas seguem a mesma lógica industrial de produção de alimentos, com excesso de ingredientes sintetizados, e apoiada no discurso da demanda de proteínas e da redução de gases de efeito estufa. 

Ou seja, criou-se dentro das escolas de nutrição e medicina a teoria de que os seres humanos demandam de uma alta taxa diária de consumo de proteínas. Com isso em mente, atualmente temos um cenário onde países desenvolvidos registram consumo excessivo de proteínas, enquanto países em desenvolvimento ainda têm dificuldades em atingir os níveis mínimos de consumo de alimentos proteicos. Soma-se a isso que para atender tamanha demanda por proteínas, há a necessidade de produçao massiva de proteína animal, como produtos advindos do gado (por exemplo, carne e leite), avicultura (carne de frango e ovos) entre outros. Mas, tais produções, registram ao longo da história grandes impactos ambientais, como os impactos do gado no uso da terra e o desmatamento para abrir novas áreas de produção de animais e produtos para alimentar esses animais (como a soja para alimentar o gado). As proteínas a base de vegetais se inserem no mercado como alternativa para atender a demanda global por proteínas e combater os desafios ambientais causados pelas proteínas animais, mas, no fim, elas são consumidas em países onde o consumo de proteína está acima do necesário e usando formas de produção que também impactam o meio ambiente (po exemplo, proteínas a base de soja).    

O estudo Proteínas e política, da IPES Food, mostra como esse discurso é arriscado, uma vez que a demanda por proteínas é variada ao redor do mundo. Enquanto em países desenvolvidos o consumo de proteínas é exagerado, em países em desenvolvimento onde as pessoas possuem deficiência proteica, a solução poderia sim ser proteína de base animal. Além disso, o relatório mostra que não podemos usar só o discurso da redução de emissão de gases de efeito estufa como argumento para essa transição alimentar. Também é preciso olhar para o ciclo produtivo como um todo e para as necessidades de mudanças em todo o sistema de produção de alimentos.

Por último, o estudo chama a atenção para o fato de que enquanto os produtos à base de proteínas de plantas ganham cada vez mais espaço nas prateleiras dos supermercados, os maiores investidores e acionistas das empresas desses produtos são os mesmos das empresas de carnes. Há, inclusive, empresas que tradicionalmente estavam baseadas na venda de proteínas animais e que agora se autodenominam empresas produtoras de proteínas. Ou seja, a comida do futuro segue sendo produzida e financiada por quem criou a comida (e os desafios dela) do passado.

Se, por um lado, pensar na alimentação do futuro passa por ideias ultra-tecnológicas, há soluções já em prática que são muito mais simples, como as hortas urbanas.

Além de produzir alimentos em escala local, muitas vezes essas hortas otimizam espaços ociosos, movimentam a comunidade, geram emprego e renda e incentivam hábitos de alimentação mais saudáveis.

Além disso, reaproximam os cidadãos do contato com o que comem, já que eles podem saber a origem do que têm à mesa. Para montar essas hortas, há também uso de tecnologias, mas muitas delas são as tradicionais, como as de resgate de sementes, que já eram adotadas por gerações anteriores, como os nossos avós e bisavós. São as chamadas sementes crioulas.

A seguir, você pode conferir uma seleção de três materiais (dois vídeos e uma entrevista em áudio) para apoiar essa reflexão:

O caso da Austrália

A Austrália é um país continental com grande parte do território com poucas chuvas. Para combater a falta de água no país, foram realizados investimentos em infraestrutura (como a melhoria das tubulações de abastecimento), que ajudaram a diminuir os vazamentos no sistema e, assim, economizar água.

Também foi criado um sistema para o reúso da água. Com ele, a água residual das casas segue para um reservatório e, depois de tratada, volta a ser utilizada em atividades que não necessitam de água potável, como a limpeza de casas e carros, a rega de jardins e a lavagem de roupas.

Também ocorreram investimentos em usinas que retiram o sal da água do mar, tornando-a potável. 

 

O vídeo a seguir é um minidocumentário que mostra como a Austrália lidou com uma das maiores crises hídricas do mundo, tornando-se um país referência em gestão e abastecimento dos recursos hídricos:

O caso de Israel

Nesse país do Oriente Médio, localizado em uma região desértica, foram implementadas diversas técnicas para melhorar a gestão da água.

Por exemplo, na agricultura foi desenvolvida uma técnica de gotejamento para irrigar as lavouras; assim, a água é direcionada para as raízes das plantas, evitando o desperdício.

No vídeo a seguir é possível ver como 50% da água utilizada em toda a agricultura de Israel é água de reuso:

Também o saneamento recebeu muitos investimentos, com a coleta e tratamento do esgoto, e posterior reutilização dessas águas. A dessalinização também é uma das práticas comuns no país, que conta com pelo menos cinco usinas que retiram o sal da água do mar.

Aliada a essas ações e investimentos, tem-se também um intenso esforço na educação ambiental para a sensibilização da população.

O caso de Singapura

A população de Singapura conta com 100% de água tratada e 100% do esgoto coletado e tratado, sendo que esse ainda é reutilizado depois do tratamento.

Para chegar nesse patamar, no país existe uma grande rede de infraestrutura de coleta da água das chuvas, além de usinas de dessalinização, ações de combate a vazamentos e extensa campanha de conscientização e sensibilização da população para evitar o desperdício de água.

Pode-se citar que uma das ações de educação ambiental em Singapura é o estímulo à compra de produtos de baixa pegada hídrica, com o implemento de etiquetas de eficiência energética nos produtos colocados à venda para a população.

Esse artigo conta um pouco mais sobre os esforços dessa cidade-estado para sensibilizar a população a respeito do uso consciente da água.

Conclusão

Como foi possível notar nos exemplos citados anteriormente, a dessalinização da água é uma das principais alternativas adotadas para garantir o abastecimento da população.

Mas, se essa alternativa é tão interessante, porque não a vemos implementada em todo o mundo? 

Além de ser um processo extremamente caro, que faz com que prioritariamente só os países mais ricos consigam adotá-la, o processo de dessalinização demanda um consumo altíssimo de energia (na maioria das vezes a energia utilizada é fóssil, ou seja, de alto impacto ambiental).

Além disso, o resíduo gerado por esse processo ainda não tem uma finalidade adequada e retorná-lo ao mar pode gerar outros impactos ambientais, como a redução de oxigênio na água e a morte de espécies marinhas.

Ou seja, não existe receita pronta para os desafios de gestão dos recursos hídricos, abastecimento e saneamento.

Eles vão depender dos recursos disponíveis em cada localidade e de como usá-los de formas sustentáveis e pouco impactantes ao ambiente.

O vídeo a seguir conta um pouco mais dos desafios de utilizar a dessalinização como solução para a gestão de recursos hídricos:

Revolusolar: Energia fotovoltaica em favelas do Rio de Janeiro

O primeiro case não é de uma cidade em si, mas sim de uma iniciativa que busca a geração de energia elétrica em comunidades em situações de vulnerabilidade no Rio de Janeiro (RJ) por meio da instalação de painéis solares.

A ideia é, além de gerar energia elétrica, também capacitar membros da comunidade para fazer as instalações dos painéis fotovoltaicos, gerando emprego e renda para a população.

A Revolusolar é uma cooperativa que iniciou suas atividades na favela da Babilônia, no município do Rio de Janeiro. A iniciativa já tem como resultado a geração de 83.913 kWh de energia elétrica nas comunidades atendidas, trazendo, assim, a economia de aproximadamente R$64 mil em despesas de energia para a população local.

Com essa geração de energia por meio do sol, já evitou-se a emissão de 10,4 toneladas de carbono na atmosfera.

Em relação à população beneficiada, já foram capacitados 48 moradores como eletricistas e instaladores de painéis solares, além da participação de 230 crianças em oficinas de sustentabilidade na comunidade.

É importante percebermos que inciativas como essa são muito importantes não só para o meio ambiente, mas também para a qualidade de vida da comunidade envolvida. Não só o acesso à energia elétrica, mas a capacitação e a geração de emprego e renda nas favelas faz com que a vida da população melhore de forma significativa.

Saiba mais sobre a Revolusolar e sobre a geração de energia elétrica por meio de painéis fotovoltaicos em comunidades do Rio de Janeiro, nos links abaixo:

A cidade de Búzios

O município de Búzios, no litoral do estado do Rio de Janeiro, instalou lâmpadas de LED nas ruas da cidade, com o diferencial que essas lâmpadas têm sua energia gerada por meio de microgeradores eólicos. Também foram instalados, em 222 residências, medidores digitais de energia que permitem a medição em diferentes horários e cômodos, possibilitando um maior controle do uso da energia.

Outra iniciativa realizada na cidade foi a criação de protótipos de chuveiros de praia movidos a energia solar com painéis fotovoltaicos. Os geradores de energia que utilizam a luz solar foram utilizados em substituição aos antigos geradores, que utilizavam óleo diesel.

Na área da mobilidade, Búzios incentiva o uso de bicicletas e carros elétricos nas frotas de táxi e nos hotéis da cidade. Ainda existe a iniciativa do Programa Sustentável de Troca de Resíduos por Bônus de Energia, que troca óleo de cozinha e demais materiais recicláveis por bônus na conta de luz dos residentes.

Saiba mais sobre o projeto da cidade de Búzios na lista de boas práticas do programa Cidades Sustentáveis:

Energia renovável não significa consumo sem limites

Pelos casos apresentados anteriormente, fica evidente que o uso de energias renováveis são a chave para a revolução energética nos centros urbanos e na promoção de cidades inteligentes. Mas, então, se tivermos cidades 100% abastecidas por energias renováveis, significa que podemos consumir mais e mais energia, de forma ilimitada?

Esse é o cuidado que precisa ser tomado ao promover a transição para energias renováveis. Usar energias limpas e de baixo impacto ao ambiente não significa um uso ilimitado e sem preocupações. A energia solar, por exemplo, que tem tudo para ser a líder em produção e distribuição de energia em todo o mundo, sofre com o desafio de armazenamento de energia. Isso acontece porque nos horários em que temos mais sol e produzimos mais energia solar é quando menos usamos energia, pois na maioria das vezes são os horários em que estamos no trabalho ou na escola e não utilizamos muita energia em casa. Ou seja, essa energia coletada ao longo do dia precisa ser armazenada. E onde ela é armazenada? Em baterias de íon-lítio, que apesar de serem as mais modernas, resistentes e duradouras na atualidade, possuem tempo de vida de uso e depois precisam ser descartadas. Por possuírem metais pesados em sua composição, o descarte precisa ser feitos em locais especializados no descarte e reciclagem dessas bateriais. Além disso, mesmo quando recicladas, sobram resíduos quimicos que exigem descarte adequado para se evitar contaminação ambiental.

Que saber mais sobre as baterias de íon-lítio e os desafios por trás delas? Esse artigo traz um panorama sobre este tipo de baterias.  

Por isso, energias renováveis são sim uma ótima e sustentável alternativa para a produção e distribuição de energia. Mas, é preciso ter cuidado para não cair na falsa ideia de que com elas poderemos consumir energia sem preocupações.

Quer saber mais a respeito disso? O vídeo a seguir explica muito bem os desafios do armazenamento e da distribuição de energia solar em todo o mundo.

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